segunda-feira, 23 de março de 2015

Ministro diz que auxílio-doença fazia trabalhador ganhar mais parado



O ministro da Previdência Social Carlos Eduardo Gabas concedeu uma entrevista à rádio JovemPan, nesta segunda-feira (23), em que falou sobre as mudanças nas regras do auxílio-doença e de pensão por morte, que começaram a valer neste ano. Confira abaixo as alterações nas regras.
De acordo com o ministro, a regra antiga do auxílio-doença fazia com que o trabalhador ganhasse mais parado do que trabalhando. Ele explicou com um exemplo.
— O cálculo do benefício era o mesmo da aposentadoria, que se utiliza as 80% maiores contribuições do trabalhador. Na prática, alguém que ganhasse R$ 1.000 por mês poderia ter um auxílio-doença de R$ 1.200 a R$ 1.300. Isso não é sustentável para a Previdência.
Agora foi criado um teto para o auxílio, que é a média das últimas 12 contribuições do trabalhador. Outra mudança foi o aumento do prazo de 15 dias para 30 dias do período de responsabilidade da empresa.
Em relação à pensão por morte, o ministro garantiu que nada vai mudar para quem já recebe o benefício.
— Quem está continua, nas pensões atuais não se mexe. A regra vale daqui para frente. Mas temos que reduzir as distorções e os casamentos oportunistas. Além disso, o objetivo é que a pessoa viva do próprio trabalho, não da pensão.
Contas da Previdência
Gabas disse que a “Previdência é uma política de longo prazo, um pacto entre gerações e que o sistema público vai se equilibrar em 2032”.
— Se alguém tivesse pensado na década de 80 e 90, a gente não estaria sofrendo hoje essa dificuldade no caixa da Previdência.

R7

Um ano de ebola: ONU diz que epidemia chega ao fim em agosto

Imagem de 2 de março mostra funcionário preparando colega com roupa de proteção contra o ebola em clínica de Makeni, em Serra Leoa (Foto: Michael Duff/Associated Press)
O chefe da Missão das Nações Unidas para o Combate ao Ebola, Ismael Ould Cheikh Ahmed, disse à BBC ter "certeza de que [o surto] terá terminado até o verão [do hemisfério norte], em julho ou agosto".
Ele disse que os países só serão declarados livres de ebola após 42 dias sem nenhum novo caso, e que um dos principais problemas a serem contornados ainda tem sido a demora no encaminhamento de doentes aos hospitais.
Segundo Ahmed, as pessoas têm levado os doentes ao hospital após, em média, cinco dias de infecção, o que diminui as chances de sobrevivência e aumenta a possibilidade de transmissão do vírus.
Ahmed alertou ser importante que as pessoas nos países mais afetados "percebam que quando elas trazem os doentes no primeiro ou no segundo dia eles têm 70% mais chances de sobreviver".
Enquanto isso, um relatório da organização Médicos Sem Fronteiras - divulgado há exatamente um ano do dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a existência de uma epidemia de ebola na África Ocidental - diz que os primeiros pedidos de ajuda foram ignorados por governos locais e pela OMS.
Para a Médicos Sem Fronteiras (MSF), uma "coalizão global de inação" contribuiu para o maior surto de ebola da história - nos últimos 12 meses, o vírus matou mais de 10 mil pessoas.
A ONG diz que "muitas instituições falharam, com consequências trágicas e evitáveis." A maioria das mortes ocorreu na Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Frustação
Acredita-se que a primeira pessoa a contrair a doença neste surto tenha sido uma criança em uma parte remota da Guiné. Ele morreu em dezembro de 2013.
Três meses depois, a OMS anunciou oficialmente a existência do surto. Cinco meses depois, em agosto de 2014, ela declarou a epidemia uma emergência internacional de saúde pública. A esta altura, mais de mil pessoas já haviam morrido.
Henry Gray, coordenador de emergência da MSF, disse à BBC: "Nós sabíamos que isso era algo diferente em março e abril do ano passado e tentamos levar a OMS e os governos dos países afetados a prestar atenção."
"E é claro que foi frustrante que não fomos ouvidos e isso provavelmente levou à escala da epidemia que vemos hoje."
A entidade diz também que deveria ter feito mais uso de seus próprios recursos no início da crise.
O relatório da MSF, que inclui dezenas de entrevistas com a equipe da organização, diz que, no final de agosto, centros de tratamento na Libéria estavam sobrecarregados.
Os profissionais de saúde foram obrigados a recusar pacientes visivelmente doentes "com pleno conhecimento de que eles provavelmente voltariam a suas comunidades e infectariam outras pessoas".
Em janeiro passado, a OMS admitiu que tinha reagido tarde demais.
"O mundo, incluindo a OMS, foi muito lento para ver o que estava acontecendo diante de nós", disse a diretora-geral Margaret Chan em uma reunião extraordinária da organização.
Ameaça contínua
Agora, há propostas para construir um sistema de resposta rápida para reagir com mais agilidade a futuras ameaças do tipo.
Os números de novos casos estão caindo, mas o MSF diz que o surto ainda não terminou. De acordo com a organização, o número total de casos não caiu de forma significativa desde janeiro.
Na sexta-feira, a Libéria registrou seu primeiro novo caso em duas semanas, afastando a possibilidade de o país ser declarado livre do vírus.
Na Guiné, os casos estão aumentando de novo após uma queda no início do ano.
"Em retrospecto, é agora evidente que o atraso de dezembro a março foi crucial na disseminação do vírus para vários locais no leste da Guiné e depois para a capital, Conacri, que continua a ser um das poucas áreas com transmissão ativa", disse Derek Gatherer, da Universidade de Lancaster.
Alguns pacientes em Serra Leoa não aparecem em listas de pessoas que tiveram contato com doentes, sugerindo que ainda existem cadeias de transmissão não detectadas no país.
O surto só será declarado oficialmente terminado quando forem registrados zero novos casos nos três países mais afetados por um período de pelo menos seis semanas.
G1

Dilma vai decidir pessoalmente sobre cortes no Orçamento

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Os cortes no Orçamento de 2015 serão definidos pessoalmente pela presidenta Dilma Rousseff, que vai avaliar as prioridades de cada ministério para decidir o montante de recursos contingenciados em cada área. A informação é da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que participou hoje (23) de reunião de coordenação que juntou ministros das áreas política e econômica do governo.
“Os ministérios deverão levantar suas prioridades máximas, que ela [Dilma] pessoalmente vai avaliar. Não será um corte puro e simplesmente cego. Os programas prioritários deverão ser avaliados por ela e escolhidos pessoalmente antes do corte”.
Na última sexta-feira (20), Dilma adiantou que o contingenciamento deste ano será “significativo” para que o governo cumpra a meta de superávit primário. Após a reunião de hoje, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, confirmou a expectativa de redução de gastos, mas não informou a dimensão dos cortes.
“Nesse momento não vamos falar de números. Já fizemos várias simulações, vamos anunciar isso quando colocarmos o decreto de programação orçamentária para o resto do ano”, informou. “A presidenta colocou a importância do equilíbrio fiscal e do atingimento da meta, que vai requerer um contingenciamento. Vamos agora definir o valor global e qual será a distribuição desse contingenciamento por ministérios”, acrescentou Barbosa. Aprovado na última semana pelo Congresso, o texto do Orçamento ainda não chegou oficialmente ao Executivo para sanção.
Em outra frente, o governo aposta na aprovação das medidas provisórias (MPs) que alteram as regras para concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários para reduzir gastos e executar o ajuste fiscal. Segundo Barbosa, agora que o Congresso Nacional criou as comissões que vão avaliar as MPs, o governo vai aprofundar a negociação formal para conseguir aprovar os textos, que mudam regras para concessão do seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte, entre outras.
“Esse é um processo de negociação que agora se inicia formalmente, informalmente já vêm acontecendo há bastante tempo. Agora apontados os presidentes, o relator, os membros de cada comissão, vamos lá defender nossa posição. Achamos que as medidas foram propostas no grau adequado, no grau certo para aumentar a justiça previdenciária, para aumentar a justiça trabalhista e vamos ouvir as sugestões que todos têm”, disse.
Perguntado sobre alternativas para alcançar a meta fiscal caso as medidas não sejam aprovadas pelo Congresso, Barbosa disse que é preciso aguardar a análise dos parlamentares e que o governo ainda não definiu outras propostas.
“Não é o momento de discutir alternativas sobre o que não foi nem formalmente aprovado ou discutido. Estamos confiantes de que o Congresso irá apoiar essa iniciativa do governo, fazendo as sugestões e aperfeiçoamentos onde achar necessário. Somente depois desses projetos serem aprovados pelo Congresso avaliaremos se é necessário ou não tomar ações alternativas ou complementares”.
Além das MPs dos benefícios previdenciários e trabalhistas, o governo também espera que o Congresso aprove o projeto de lei que altera alíquotas e reduz a desoneração da folha de pagamento das empresas. O governo havia enviado o texto como medida provisória, mas a proposta foi devolvida pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Segundo Barbosa, na reunião desta segunda-feira, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma apresentação do projeto, com detalhes e justificativas, para que outros ministros possam trabalhar pela aprovação da medida. Pelos cálculos do governo, o corte nas desonerações pode render uma economia de R$ 12 bilhões por ano aos cofres públicos e ajudar a cumprir o ajuste fiscal.  

Agência Brasil

Pela 1ª vez, mercado financeiro prevê inflação acima de 8% em 2015

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Pela primeira vez, os economistas das instituições financeiras previram que a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deverá superar a barreira dos 8% em 2015. Se confirmado, será o maior patamar desde 2003, quando ficou em 9,3%.
A estimativa para o IPCA passou de 7,93% para 8,12%, segundo o relatório de mercado divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central, feito a partir de pesquisa com mais de 100 analistas de bancos na semana passada. Para 2016, a previsão subiu de 5,60% para 5,61%.
Segundo analistas, a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressionam os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial do país, medida pelo IPCA-15, ficou em 1,24% em março. No acumulado de 12 meses, o índice foi para 7,9%, o maior desde maio de 2005 (8,19%). Em março de 2014, o IPCA-15 havia sido 0,73%. No ano, a taxa é de 3,5%.
Produto Interno Bruto
No caso do PIB, a previsão dos economistas do mercado financeiro passou a ser de uma retração de 0,83% neste ano, contra uma contração de 0,78% esperada anteriormente. Se confirmado, será o maior " encolhimento" da economia brasileira desde 1990, quando se retraiu 4,35%, ou seja, em 25 anos. A piora na projeção do mercado, na última semana, foi a décima segunda seguida.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Para 2016, o mercado baixou sua expectativa de uma alta de 1,30% para um crescimento um pouco menor, de 1,20%.
As previsões do mercado financeiro mostram que um cenário de recessão no fim de 2014 e início de 2015 não pode ser descartado. A recessão técnica se caracteriza por dois trimestres consecutivos de contração do PIB. A prévia do PIB divulgada recentemente pelo Banco Central indicou uma retração de 0,15% nos três últimos meses do ano passado, contra o trimestre anterior.
Os dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o PIB do quarto tirmestre do ano passado, e também de todo ano de 2014, serão divulgados somente em 27 de março. No fim de outubro, o IBGE informou que a economia brasileira saiu por pouco da recessão técnica no terceiro trimestre de 2014 - quando o PIB cresceu 0,1% na comparação com o trimestre anterior.
Taxa de juros
Após o Banco Central ter subido os juros para 12,75% ao ano no início de março, o maior patamar em seis anos, o mercado manteve a expectativa de que a taxa termine 2015 em 13% ao ano - o que pressupõe mais uma alta até o fim deste ano. Para o fechamento de 2016, a estimativa dos analistas permaneceu em 11,50% ao ano.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Em 2015 e 2016, a meta central é de 4,5% e o teto é de 6,5%.
Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 subiu de R$ 3,06 para R$ 3,15 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 3,11 para R$ 3,20 por dólar.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 subiu de US$ 3 bilhões para US$ 3,5 bilhões. Para 2016, a previsão de superávit comercial avançou de US$ 10 bilhões para US$ 11 bilhões.
Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil caiu de US$ 57,5 bilhões para US$ 56,5 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte ficou estável em US$ 58 bilhões.

G1

Ministério do Turismo quer devolução de R$ 2 milhões da gestão Veneziano

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O Ministério do Turismo está cobrando à Prefeitura de Campina Grande a devolução de R$ 2.275,777, 24, por conta de reprovação das contas do convênio firmado pelo então prefeito Veneziano Vital do Rego, em 2009, com aquela pasta, levando em conta supostas irregularidades cometidas no pagamento de cachê a artistas que se apresentaram no São João daquele ano.
Contrairando a legislação, após receber os recursos a administração de Veneziano Vital do Rego procedeu à contração de artistas de forma irregular, através de cartas  de exclusividade e divergentes dos artistas apresentados no Plano de Trabalho para a firmação do convênio.
O relatório apresentado da Controladoria Geral destaca que a Prefeitura, à época, firmou um convênio com o Ministério do Turismo de R$ 1.340.000,00, com contrapartida de R$ 120.000,00, para contratação de artistas para o Maior São João do Mundo. Porém, não observou o dispositivo da Lei 8.866, que dispõe a necessidade de "demonstração  de razoabilidade dos valores contratados e sua compatibilidade com os preços de mercado.
Em razão da não observância, destaca a Controladoria, não foi possível no orçamento apresentado verificar "se o valor contratado é compatível com o cachê cobrado pelas bandas/grupos musicais em outras apresentações artísticas análogas".
O relatório aponta uma série de irregularidades no contrato, com a ausência de notas, recibos, registro em cartório dos contratos  e até notas fiscais de valores divergentes em valores do empenho e uma delas,  emitida em data anterior a vigência do convênio, sendo, portanto, glosada em seu valor.
A análise final, do Controle Interno do Ministério do Turismo concluiu pela reprovação das contas, exigindo a devolução, com a atualização geral da soma principal glosada, de R$2.275.777,24.
O Procurador Geral do Município de Campina Grande, José Fernandes Mariz, está entrando com Ação Cautelar para discutir o débito, até porque não há qualquer documentação alusiva ao contrato na Prefeitura. Ele também prega o resgate dos valores desviados:
- É preciso ir atrás de quem desviou os recursos; fazê-lo devolver os valores aos cofres públicos. Há, inclusive,  uma ação de Improbidade Administrativa contra o gestor denunciado", explicou Mariz.

Click

Tião Gomes tira licença e Charles assume mandato de deputado por 121 dias

Tião Gomes tira licença e Charles assume mandato de deputado por 121 dias
O deputado estadual Tião Gomes (PTB) protocolou na manhã desta segunda-feira (23) o pedido de licença do mandato por 121 dias para tratamento de saúde. Tião realizou uma cirurgia na coluna na semana passada e o médico recomenda repouso.
Com a licença, quem assume a cadeira de Tião na Casa de Epitácio Pessoa, é o primeiro suplente da coligação A Força do Trabalho 4, Charles Camaraense (PSL), que no último pleito obteve 12.157 votos e ficou na 52º posição.
O suplente de deputado Charles Camaraense é empresário e presidente do diretório do PSL de Cuité. 

ClickPb

Chuvas provocam rompimento de adutora e 150 mil pessoas ficam sem água potável

Chuvas provocam rompimento de adutora e 150 mil pessoas ficam sem água potável
Cerca de 150 mil pessoas de onze municípios da região das Espinharas - Patos, São Mamede, José de Espinharas, Santa Luzia, Várzea, São José do Sabugi, Quixaba, Passagem, Areia de Baraúnas, Cacimba de Areia, Salgadinho e Assunção, tiveram o abastecimento de água suspenso devido ao rompimento do sistema adutor Coremas/Sabugi . 
O estouro da adutora , de acordo com a Gerência Regional das Espinharas, aconteceu devido às fortes chuvas caídas ontem. A previsão é de que o fornecimento volte a normalidade até o final da tarde desta segunda-feira.
NOTA DA CAGEPA  
             A Cagepa, através da Gerência Regional das Espinharas, comunica aos moradores de todas as cidades atendidas pelo sistema adutor Coremas/Sabugi, que em virtude das fortes chuvas caídas ontem, dia 22, no local onde ocorreu o estouramento da adutora, o reparo deverá ser concluído até o final da tarde de hoje, dia 23. 
        De acordo com a Cagepa, Regional das Espinharas, o abastecimento de todas as cidades atendidas pelo Sistema Adutor Coremas/Sabugi será normalizado aos poucos, por isso pede a compreensão de todos os seus consumidores.

ClickPb

HU da UFPB faz mais uma convocação de aprovados

HU da UFPB faz mais uma convocação de aprovados

Foi publicado essa semana o edital de convocação de mais de 98 aprovados no concurso do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), no campus de João Pessoa da UFPB, realizado em 2014.

CLIQUE AQUI E VEJA A RELAÇAO

De acordo com a lista, são convocados profissionais das áreas médica, técnica e administrativa. A publicação do D.O. indica os locais e todo o procedimento que os chamados devem seguir para assumir os cargos.  

Em janeiro deste ano foi feita a primeira convocação dos aprovados no concurso. Ao todo, foram oferecidas 978 vagas, sendo 133 de nível superior na área médica, 740 na área assistencial e 105 na área administrativa. De acordo com o superintendente do HULW, Arnaldo Medeiros, os candidatos aprovados no concurso serão todos convocados ainda neste primeiro semestre.


PBAgora

Justiça aceita denúncia contra tesoureiro do PT, Duque e mais 25

Vaccari (Foto: Rede Globo)
A Justiça Federal aceitou nesta segunda-feira (23) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, e contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque.
Ambos e mais 25 pessoas - também denunciadas pelo MPF - se tornaram réus diante da Justiça Federal sob a acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

O MPF apresentou a denúncia na segunda-feira (16), dia em que a 10ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada. Foi nesta fase que Duque foi detido pela segunda vez. O pedido de prisão foi motivado por movimentações financeiras realizadas pelo ex-diretor em contas bancárias do exterior.
O doleiro Alberto Youssef - apontado como o líder do esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras - o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e o engenheiro Pedro José Barusco Filho, que era gerente-executivo de Serviços e Engenharia e braço direito de Duque, também foram denunciados.

Nesta ação, o juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato em primeira instância, deixou de receber denúncia contra Youssef pelo crime de corrupção, pelo fato do doleiro já responder por este crime em outras ações penais.

"Há aparentemente litispendência com as imputações já pendentes. Concedo ao MPF o prazo de cinco dias para esclarecer o ponto, especificamente se os crimes de corrupção a ele imputados na presente ação penal já não estão abarcados pelas outra denúncia", diz trecho do despacho.
Moro também faz ressalvas quanto aos acusados por intermediação das propinas, que na avaliação do magistrado, "não podem responder, pelos mesmos atos, por crimes de corrupção ativa e passiva como sugere a denúncia".
Os 27 réus são:
-Adir Assad
-Agenor Franklin Magalhães Medeiros
-Alberto Elísio Vilaça Gomes
-Alberto Youssef
-Ângelo Alves Mendes
-Augusto Ribeiro de Mendonça Neto
-Dario Teixeira Alves Júnior
-Francisco Claudio Santos Perdigão
-João Vaccari Neto
-José Aldemário Pinheiro Filho
-José Américo Diniz
-José Humberto Cruvinel Resende
-Julio Gerin de Almeida Camargo
-Lucélio Roberto Von Lehsten Góes
-Luiz Ricardo Sampaio de Almeida
-Mario Frederico Mendonça Góes
-Marcus Vinícius Holanda Teixeira
-Mateus Coutinho de Sá Oliveira
-Paulo Roberto Costa
-Pedro José Barusco Filho
-Renato de Souza Duque
-Renato Vinícios de Siqueira
-Rogério Cunha de Oliveira
-Sérgio Cunha Mendes
-Sonia Mariza Branco
-Vicente Ribeiro de Carvalho
-Waldomiro de Oliveira
A denúncia
Quinze denunciados são de empreiteiras, cinco são operadores, quatro são ligados aos operadores, dois ex-diretores da Petrobras e um ex-gerente. A denúncia envolve desvios de recursos da Petrobras em quatro obras: Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), Refinaria de Paulínia (Replan), Gasoduto Pilar/Ipojuca e Gasoduto Urucu Coari. As empresas responsáveis por estas obras são OAS, Mendes Júnior e Setal.
MPF fala sobre a Operação Lava Jato, em Curitiba (Foto: Fernando Castro/G1)
De acordo com a denúncia, Vaccari participava de reuniões com Duque para tratar de pagamentos de propina, que era paga por meio de doações oficiais ao PT. Dessa maneira, os valores chegavam como doação lícita, mas eram oriundas de propina.
O MPF aponta que foram 24 doações em 18 meses, no valor de R$ 4,260 milhões.
O tesoureiro do PT indicava em que contas deveriam ser depositados os recursos de propina, segundo o MPF. "Vaccari tinha consciência de que os pagamentos eram feitos a título de propina", afirmou o procurador do MPF Deltan Dallagnol durante entrevista coletiva nesta tarde, em Curitiba.
Além de Dallagnol, participam da coletiva o procurador do MPF Roberson Henrique Pozzobon e o delegado da Polícia Federal Marcio Anselmo.
Vaccari nega acusações
Em nota, a defesa do tesoureiro do PT afirma que João Vaccari Neto não participou de qualquer esquema de corrupção. De acordo com o texto, "o sr. Vaccari não ocupava o cargo de tesoureiro do PT no período citado pelos procuradores, durante entrevista no dia de hoje, uma vez que ele assumiu essa posição apenas em fevereiro de 2010."
O texto também fala sobre a origem das doações partidárias feitas ao PT. "Ele não recebeu ou solicitou qualquer contribuição de origem ilícita destinada ao PT, pois as doações solicitadas pelo sr. Vaccari foram realizadas por meio de depósitos bancários, com toda a transparência e com a devida prestação de contas às autoridades competentes", diz a nota.
GNEWS_Duque (Foto: GloboNews)
Segundo o MPF, as penas para os crimes apontados são: formação de quadrilha, um a três anos; corrupção, dois anos e oito meses a 21 anos e quatro meses; e lavagem de dinheiro, de quatro anos a 16 anos e oito meses. Combinados os crimes, porém, as penas podem ultrapassar 100 anos de prisão.

Duque se cala na CPI
O ex-diretor de Serviços da Petrobras foi até a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Congresso Nacional, que apura as denúncias de irregularidades na estatal. Ele se recusou a responder às perguntas dos deputados federais. Já em sua primeira manifestação na CPI o ex-dirigente advertiu aos parlamentares que, por orientação de seus advogados, ele iria exercer o direito constitucional de ficar em silêncio.
Outros presos
O empresário paulista Adir Assad também foi preso. De acordo com o procurador  Pozzobon, Assad aparece como um novo operador do esquema de propina, atuando junto às empresas prestadoras de serviço à Petrobras.
Assad é engenheiro civil e promove shows e eventos no Brasil. Ele trouxe a banda U2, a cantora Amy Winehouse e Beyonce para o país. Ele também era dono das empresas JMS Terraplanagem Ltda., S Terraplanagem Ltda. e Rock Star Merketing.
Adir também já foi alvo em outros escândalos e foi investigado pela CPI do bicheiro Carlos Cachoeira, no Congresso Nacional, como suposto intermediário de propinas envolvendo a empreiteira Delta com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit).
Também foi preso Lucélio Góes, filho de Mário Góes, apontado pela Polícia Federal como um dos operadores do esquema e que está detido desde fevereiro deste ano.
De acordo com os policiais, o nome faz referência a uma frase dita por Duque quando foi preso pela primeira vez, em novembro de 2014.
Ao despachar favorável ao mandado de prisão, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, afirmou que o ex-diretor de Serviços da Petrobras "esvaziou" contas na Suíça e enviou € 20 milhões para contas secretas no principado de Mônaco. O dinheiro, que não havia sido declarado à Receita Federal, acabou bloqueado pelas autoridades do país europeu.

“Autoridades estrangeiras comprovaram que Duque recentemente movimentou seus recursos de contas na Suíça titularizados por ele para contas de outros países na Europa. Notadamente, o principado de Mônaco, ao qual recebeu ainda no segundo semestre de 2014 quantia que superava R$ 5 milhões”, disse o procurador.

g1

Briga interna: lideranças estaduais do PMDB trabalham para tirar André Gadelha do partido em Sousa

Briga interna: lideranças estaduais do PMDB trabalham para tirar André Gadelha do partido em Sousa

Com a aprovação do seu governo em baixa, o prefeito de Sousa André Gadelha pode estar com os dias contados no PMDB. Segundo informações de alguns colunistas políticos do Sertão, André já estaria sofrendo pressões de lideranças estaduais do PMDB para que deixe a sigla. Mesmo sendo do PMDB, André apoiou o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para governador que acabou perdendo para Ricardo Coutinho no segundo turno.


Segundo fontes apuradas pela imprensa do Sertão, os deputados federais Hugo Motta, Manoel Júnior e Veneziano Vital, além do senador Raimundo Lira, estão convictos que a agremiação não pode continuar a ser conduzida por uma pessoa que não estaria respeitando as diretrizes partidárias. Fala-se inclusive em uma suposta intervenção no diretório em Sousa, caso André tente continuar no partido na terra dos dinossauros.


Um empresário já estaria se articulando para assumir a sigla no município. Uma pesquisa divulgada na imprensa sousense apontou que o prefeito de Sousa, André Gadelha (PMDB) “frustrou-se” ao receber os dados, onde as pessoas avaliaram como ruim ou péssimo o atual m odelo de governabilidade na cidade chegaram aos surpreendentes 82%.

O levantamento que teria sido o contratado pelo próprio André Gadelha vazou nos meios políticos no começo de março. Após tomar ciência da sua provável expulsão dos quadros do PMDB da Paraíba, o prefeito de Sousa, André Gadelha (PMDB), se revoltou e disse que vai até as últimas instâncias para permanecer na presidência partido no município. O diretório municipal do PMDB em Sousa se encontra desativado na justiça eleitoral, e o que se comenta, é que Veneziano Vital, que é deputado federal, trabalha nos bastidores para que o partido mude de comando o mais rapidamente possível, já visando as eleições do ano que vem.

PBAgora