quinta-feira, 26 de março de 2015

Repartições estaduais terão ponto facultativo na quinta-feira da Semana Santa

Repartições estaduais terão ponto facultativo na quinta-feira da Semana Santa

Na quinta-feira (2), véspera do feriado da Sexta-feira Santa, o ponto dos funcionários públicos estaduais será facultativo. A portaria de nº 196, que define o expediente, é da Secretaria de Estado da Administração e foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (26).
Ainda de acordo com a portaria, as atividades nas repartições do Governo do Estado voltarão ao normal na segunda-feira (6). A determinação vale tanto para a administração direta como indireta. Apenas os serviços essenciais serão preservados.
Os veículos oficiais, também segundo a portaria, deverão ser recolhidos às repartições de origem, ou ao Centro Administrativo, logo após o término do expediente de 1º de abril. Eles só poderão ser liberados, excepcionalmente, com autorização do Gabinete Militar do governador. A exceção é para ambulâncias e automóveis em serviço das secretarias da Receita, Administração Penitenciária e Segurança e Defesa Social; das polícias Civil e Militar; além da Casa Militar.

Secom/PB

Sedurb planeja retirar outdoors irregulares neste final de semana

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A secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb) deve iniciar a retirada de outdoors irregulares neste final de semana. A iniciativa tem por objetivo combater a poluição visual na cidade e impedir uso indevido de áreas públicas.
O secretário Hildevânio Macedo disse que além da retirada dos outdoors, os proprietários também estão sujeitos a multas, conforme prevê o Código de Posturas do município.
Hildevânio disse que as principais irregularidades constatadas são de utilizaçãode áreas públicas, instalação dos equipamentos sem a permissão doproprietário do terreno, e da prefeitura.

MaisPb

Desemprego fica em 5,9% em fevereiro, mostra IBGE

O desemprego no país segue em alta no início do ano e registra, pela primeira vez desde 2011, queda no rendimento dos trabalhadores.
Em fevereiro, a taxa de desocupação ficou em 5,9%, a maior, considerando o mês, desde 2011. Em janeiro de 2015, o índice havia atingido 5,3% e em fevereiro de 2014, 5,1%.
Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (26). A pesquisa é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
A população desocupada cresceu 10,2% em relação a janeiro e somou 1,4 milhão de pessoas. Na comparação com fevereiro do ano passado, a alta foi de 14,1%.
Por outro lado, a população ocupada chegou a 22,8 milhões em fevereiro, registrando queda de 1,0% frente a janeiro e estabilidade na comparação com fevereiro de 2014. A população não economicamente ativa bateu 19,4 milhões de pessoas - estável sobre janeiro e 2,3% maior que no segundo mês do ano passado.
No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada ficou estável tanto na comparação com janeiro quanto com fevereiro de 2014, em 11,6 milhões.
O nível da ocupação foi estimado em 52,3% - taxa 0,5 ponto percentual inferior a janeiro e 1 ponto percentual abaixo da de fevereiro do ano anterior.
O rendimento médio real dos ocupados recuou 1,4% frente a janeiro, ficando em R$ 2.163,20, e 0,5%, comparado a fevereiro. A última queda no rendimento havia ocorrido em outubro de 2011, quando retraiu 0,3%.
Quando são analisados os dados sobre tipos de atividades onde as pessoas estão empregadas, há estabilidade em quase todos os grupos em relação a janeiro. Porém, em comparação com fevereiro do ano passado, a ocupação caiu na indústria (-7,1%) e na construção (-5,9%). Nos serviços domésticos, houve alta de 7,1%.
Por região
O desemprego aumentou em quatro regiões: Salvador (de 9,6% para 10,8%); Belo Horizonte (de 4,1% para 4,9%); Rio de Janeiro (de 3,6% para 4,2%) e Porto Alegre (de 3,8% para 4,7%). Na comparação com o ano passado, o índice subiu nas regiões metropolitanas de Salvador (de 9,0% para 10,8%); Belo Horizonte (de 3,9% para 4,9%) e Porto Alegre (de 3,3% para 4,7%).

G1

Morre Jorge Loredo, o Zé Bonitinho

Morre Jorge Loredo, o Zé Bonitinho

Jorge Loredo, mais conhecido como Zé Bonitinho, morreu na manhã desta quinta-feira (26). O humorista, de 89 anos, estava internado no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro. A informação foi concedida ao R7 por meio da assessoria de imprensa do hospital. A família ainda não autorizou a divulgação de mais informações como causa da morte e sepultamento.

Carreira

Se você ouvir o nome Jorge Loredo talvez não saiba logo de cara quem é, principalmente se tiver menos de 30 anos. Mas se em seus ouvidos cair as palavras Zé Bonitinho é quase certo que não haja engano.

Apesar de ter interpretado diversos papéis no cinema, Zé Bonitinho virou o mais aclamado personagem de Loredo. Zé “nasceu” na década de 1960, quando o riso tinha que ser tirado com cuidado, devido a repressão militar da época.

Os brasileiros puderam ver Zé Bonitinho pela primeira vez no Noites Cariocas, na extinta TV Rio, programa que também trazia em seu elenco Ronald Golias e Carlos Alberto de Nóbrega, que ganhou destaque como diretor da atração.

Inspirado em um amigo metido a garanhão, Loredo deu vida ao personagem com características pitorescas que encantavam a mulherada: topete, bigodinho, óculos gigantes, gravata borboleta, trejeitos exagerados e o bordão “Zé Bonitinho, o perigote das mulheres”. Então, nos anos de 1990, na Escolinha do Professor Raimundo, Loredo conquistou de vez todo o País, que pôde posteriormente continuar acompanhando seutrabalho em humorísticos como Escolinha do Barulho e A Praça é Nossa.

Mas o que pouca gente sabe é que, no paralelo do humor, Loredo atuava como advogado do trabalho e previdenciário. Até a sua morte, seu registro era ativo na OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro).


R7

Duas apostas dividem prêmio de R$ 7 milhões da Mega-Sena

 Foto: Futura Press
A sena teve 2 acertadores que levaram R$ 3.610.233,13 cada. A quina teve 185 que levaram R$ 11.227,15, e a quadra, por sua vez, 9.634 que levaram R$ 307,98.
O valor para o próximo sorteio, que será realizado em 28 de março, é calculado em cerca de R$ 19 milhões
A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio, em qualquer uma das casas lotéricas espalhadas pelo País.
Bolão
Apostadores podem concorrer ao prêmio em grupo com o Bolão Caixa: basta preencher no campo próprio do Bolão, no volante, a quantidade de pessoas que participarão da aposta. O apostador também pode solicitar diretamente ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de cotas desejada.
Os bolões da Mega-Sena têm preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 4, sendo possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e, no máximo, 100 cotas. Caso o apostador adquira cotas de bolões organizados pelas lotéricas, poderá pagar a tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota. Nas duas opções, será emitido o recibo da cota, com o qual o apostador poderá resgatar seu prêmio, caso seja ganhador, em qualquer agência da Caixa.

Terra

Senado aprova urgência para votação do projeto de renegociação de dívidas

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (25) requerimento de urgência para a votação do projeto que permite a aplicação imediata - sem necessidade de regulamentação - da lei da renegociação das dívidas de estados e municípios com a União. Nesta terça (24), o projeto foi aprovado na Câmara.
No início do dia, havia a expectativa de que o projeto de lei fosse apreciado na sessão desta quarta. Mas, após apelo do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a senadores, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu adiar a votação para a próxima terça-feira (31).
O regime de urgência aprovado pelos senadores acelera a tramitação e a votação de matérias legislativas. A urgência dispensa prazos e formalidades regimentais para que o texto seja votado e permite a deliberação da matéria na segunda sessão deliberativa ordinária subsequente à aprovação do requerimento.
O texto que impõe ao Executivo a renegociação das dívidas regionais, aprovado pela Câmara dos Deputados na noite desta terça (24), contraria o governo. As novas regras reduzem os juros que estados e municípios têm de pagar à União por contratos de refinanciamento assinados na décadas de 1990. Nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff afirmou que não há "espaço fiscal" para fazer a renegociação neste momento de ajuste das contas públicas.
Renan Calheiros disse que admitiu adiar a votação para dar tempo de o governo "construir uma solução" até terça-feira. "Nós vamos votar o requerimento de urgência e vamos apreciar a matéria na terça. Se até lá o governo construir uma solução dentro do que o governo quer com o ajuste, melhor. Se o governo não construir, nós vamos votar e aprovar no Senado na terça-feira", disse Renan.
Além do pedido para que a votação fosse adiada, Levy acertou com os senadores sua ida à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima terça, a fim de apresentar propostas e explicações sobre o plano de ajuste fiscal do governo federal.
'Palavra final' do Congresso
Nesta quarta, em entrevista a jornalistas, Renan Calheiros afirmou que, na hipótese de o Senado aprovar e Dilma vetar o projeto, a "palavra final" é do Congresso Nacional.
"Se a presidente [Dilma Rousseff] vetar [o projeto], o Congresso recuperou o poder de dar aúltima palavra nas matérias legislativas. O Congresso, ao final e ao cabo, vai apreciar o veto e aí nós vamos para a apreciação de veto, mas a palavra final será do Congresso Nacional", destacou Renan.
Entenda a lei
A lei que gerou impasse entre o Legislativo e o Executivo foi sancionada pela presidente em novembro de 2014. O texto estabelece que o índice que corrige mensalmente as dívidas de estados e municípios passa a ser a taxa Selic (juros básicos da economia) ou o IPCA (índice oficial da inflação) - o que for menor - mais 4% ao ano. Antes, a correção era feita pelo IGP-DI (índice geral de preços) mais 6% a 9%, que é mais oneroso.
Com juros menores, as dívidas crescem menos com o passar do tempo. Além disso, a lei diz que os juros podem ser recalculados retroativamente.
O projeto aprovado pelos deputados na noite desta terça estabelece prazo de 30 dias para o governo federal aplicar os novos índices aos contratos aditivos, a partir da manifestação do devedor.

G1

MPF denuncia ex-prefeito de Junco e mais oito pessoas por dispensa indevida de licitação

Foi realizada contratação direta com a Construtora Mavil Ltda., uma empresa fantasma, e só depois foram forjados os documentos para fazer crer que a licitação teria acontecido regularmente

O Ministério Público Federal em Patos (MPF) denunciou o ex-prefeito do Município de Junco do Seridó (PB) Osvaldo Balduíno Guedes Filho e outras oito pessoas por dispensa indevida de licitação, crime previsto no artigo 89, caput e parágrafo único, da Lei 8.666/1993 (que trata de licitações e contratos administrativos).


A denúncia também é contra Evaristo Junior de Brito, Ricardo Simplício Mota, Jaqueline Ferreira Barros, Manoel Galdino Filho, Marcos Tadeu Silva, Gerfeson Rodrigues da Silva, José Sizenando da Costa e Paulo Ferreira Montenegro. As nove pessoas estão envolvidas em simulação de licitação para executar o Convênio 2075/2006, firmado entre o mencionado município e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com a finalidade de perfurar cinco poços tubulares profundos nos sítios Brandão, Salamandra, Massaranduba, Ramadinha e Chãzinha.


Explica o MPF que, para a execução do Convênio 2075/2006, previa-se a liberação de R$ 100 mil em recursos federais, mais contrapartida municipal de R$ 3 mil. Para executar a obra foi realizado o Convite nº 19/2007 (um tipo de licitação), do qual sagrou-se vencedora a Construtora Mavil Ltda., com proposta no valor de R$ 102.540,20, sendo o contrato assinado em 9 de novembro de 2007. A vigência do convênio era inicialmente de 30 de junho de 2006 a 23 de maio de 2008, mas depois esta última data foi prorrogada até 26 de setembro de 2011.


Conforme a denúncia, em 23 de outubro de 2007, a Funasa liberou a primeira parcela, no valor de R$ 40 mil, e a segunda, de mesmo valor, foi liberada em 11 de dezembro de 2007. Já a terceira, de R$ 20 mil, não foi liberada em razão de recomendação do MPF, após a constatação de envolvimento de empresas de fachada no Convite nº 19/2007. A licitação foi presidida por Evaristo Brito, tendo ainda contado com a participação dos outros membros da Comissão Permanente de Licitação (CPL), Ricardo Mota e Jaqueline Barros, e do responsável pelo direcionamento dos trabalhos da CPL, Manoel Galdino Filho.


Em vistoria realizada em 31 de outubro de 2007, a Funasa constatou um percentual de execução física de 89,50% dos cinco poços tubulares previstos no plano de trabalho. Já outra vistoria realizada em 29 de outubro de 2008 diminuiu o percentual de execução física para 86,65%, em razão da obstrução de um dos poços. Na denúncia, o MPF explica que apesar do percentual de execução física e da não liberação da terceira parcela do convênio, as investigações realizadas pelo órgão demonstraram que o ex-prefeito, com o auxílio fundamental dos demais denunciados, simulou a licitação deflagrada para a execução do Convênio nº 2075/2006.


Para o crime de dispensa indevida de licitação é prevista pena de prisão de 3 a 5 anos e multa. Além disso, pede-se que a Justiça Federal fixe como valor mínimo para reparação dos danos causados pela infração no montante de R$ 188.261,46, em conformidade com o artigo 387, parágrafo quarto, do Código de Processo Penal. A denúncia é ato processual que dá origem à ação penal pública, cuja competência é privativa do Ministério Público.


Fracionamento de objeto – Em 5 de outubro de 2006, o ex-prefeito requereu a celebração de dois convênios com a Funasa, ambos para perfuração de poços tubulares (trata-se do Convênio nº 2074/2006 e nº 2075/2006). Para o MPF, a finalidade era evitar a realização de licitação na modalidade tomada de preços e possibilitar a simulação de dois convites. Assim, foi promovido o Convite nº 10/2007 para executar o Convênio nº 2074/2006 (que não é objeto da denúncia) e o Convite nº 19/2007 para executar o Convênio 2075/2006.


No entanto, ao fracionar o objeto da licitação, o ex-prefeito infringiu o artigo 23, parágrafo 5º da Lei 8.666/1993, que veda, em linhas gerais, a utilização da modalidade “convite” para parcelas de uma mesma obra ou serviço, ou ainda para obras e serviços da mesma natureza.


Fraude licitatória – Segundo a denúncia, participaram da licitação (Convite nº 19/2007), referente ao Convênio nº 2075/2006, as empresas Construtora Mavil Ltda., Construtora Nóbrega e Montenegro Ltda., e Gema Construções e Comércio Ltda. Ocorre que a Construtora Mavil Ltda., vencedora da licitação, é uma empresa fantasma de propriedade do também denunciado Marcos Tadeu Silva, cujo esquema de irregularidades, encabeçado por ele, foi desarticulado durante a Operação I-Licitação.


Além disso, durante as investigações, foram constados indícios de que a Construtora Nóbrega e Montenegro Ltda. também é empresa de fachada. Inclusive, são sócios da pessoa jurídica os denunciados José Sizenando e Paulo Montenegro. Já a terceira participante da licitação, a empresa Gema Construções e Comércio Ltda., tem como sócio Gerfeson Silva (também denunciado). Vale ressaltar que este último foi alvo de representação fiscal para fins penais, expedida pela Receita Federal, em razão de indícios de fraudes a várias licitações no Estado da Paraíba.


Licitação simulada – Na denúncia, o procurador da República Filipe Albernaz Pires, que assina a ação, afirma que “a direção de cartas convites a empresas de fachada era prática sistemática no Município de Junco do Seridó durante a gestão do denunciado Osvaldo Balduíno Guedes Filho, com o auxílio dos membros da CPL Evaristo Júnior de Brito, Ricardo Simplício Mota e Jaqueline Ferreira Barros e do responsável pela orientação dos trabalhos da comissão, o denunciado Manoel Galdino Filho”.


Para o MPF, a licitação não passou de um “arremedo para conferir ares de legalidade à contratação direta realizada”. Durante as investigações, chamou a atenção do Ministério Público o fato de antes mesmo da ocorrência das reuniões de abertura dos envelopes de documentação e propostas da licitação, que supostamente ocorreu em 5 de novembro de 2007 (ou seja, antes mesmo de saber a empresa vencedora, assinar o contrato e executar as obras), a Funasa já tinha constatado o percentual 89,50% de execução física dos poços objeto do Convênio 2075/2006, durante visita técnica realizada em 31 de outubro de 2007.


Portanto, antes mesmo da Construtora Mavil Ltda. ser contratada pelo Município de Junco do Seridó (PB), em 9 de novembro de 2007, as obras do Convênio 2075/2006 já haviam atingido quase 90% de execução física, o que demonstra que os cinco poços não foram perfurados e instalados pela mencionada empresa, não se sabendo quem efetivamente realizou as obras. Na denúncia, o MPF também elenca uma série de outros vícios ocorridos no Convite nº 19/2007 e que ocasionariam a inabilitação das empresas participantes da licitação.




MPF

Saiba quem era o copiloto do avião que caiu na França

Copiloto Andreas Lubitz, era alemão e tinha 28 anos (Foto: Reprodução/TV Globo)
O copiloto do avião da Germanwings que caiu na terça-feira (24) nos alpes franceses, que, segundo a Promotoria da França, parece ter derrubado a aeronave deliberadamente, havia sido contratado em setembro de 2013 e tinha 630 horas de voo de experiência, informou a Lufthansa à AFP.
De acordo com o promotor de Marselha, o nome dele era Andreas Lubitz. Ele tinha 28 anos e era natural de Montabaur, Rhineland-Palatinate, na Alemanha, segundo o "Wall Street Journal". Ele vivia com os pais na cidade e também morava em Düsseldorf, afirmou a prefeita de Montabaur ao jornal "El País".
Jornais internacionais também disseram que Andreas se formou na escola de voo da Lufthansa em Bremen e obteve sua licença de voo em junho de 2010.
Perfil psicológico
O promotor Brice Robin afirmou que não tem nenhuma informação sobre o perfil psicológico ou a filiação religiosa do copiloto. Ele reiterou que ele não estava em lista de suspeitos de terrorismo.
Segundo a autoridade, ele estava vivo e respirando até o momento em que a aeronave bateu nas montanhas.

G1

Após críticas de Barbosa a Estela, líder do governo convoca reunião urgente

Hervázio Bezerra
Após as críticas do deputado Ricardo Barbosa (PSB), nesta quarta-feira (25), ao trabalho da colega de partido, Estela Bezerra (PSB), na condução dos trabalhos da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o líder do governo na ALPB, o deputado Hervázio Bezerra (PSB), agiu rapidamente e convocou uma reunião de emergência da bancada de situação na presidência da Casa de Epitácio Pessoa, na manhã desta quinta-feira (26).
Além de discutir pauta de projetos de interesse do Governo do Estado na Casa, o líder colocará as rusgas entre Barbosa e Estela na mesa de discussões. Hervázio espera apagar a “fogueira de crise entre os dois aliados”.
A informação foi publicada na coluna do jornalista Heron Cid, no jornal Correio da Paraíba desta quinta-feira.
Ontem, Barbosa cobrou respeito da Comissão à soberania do plenário. Ele afirmou que, como presidente da CCJ, Estela já inviabilizou três projetos de suaautoria, de forma discriminatória e descabida. “Trago este assunto para o plenário da Casa por que Estela precisa entender que o plenário é soberano”, desabafou.

MaisPb

Tribunal de Justiça da Paraíba recebe denúncia do MP contra prefeito do município de Caaporã

Tribunal de Justiça da Paraíba recebe denúncia do MP contra prefeito do município de Caaporã

O Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão plenária realizada ontem, quarta-feira(25), decidiu, à unanimidade, receber denúncia do Ministério Público Estadual contra o prefeito do Município de Caaporã, João Batista Soares, sem no entanto decretar a prisão preventiva e o afastamento do denunciado do exercício do cargo. O relator do processo de nº 203555-12.2014.815.0000 foi o desembargador Joás de Brito Pereira Filho.

O prefeito foi denunciado pelo Ministério Público Estadual pela prática de desvio de dinheiro particular em proveito alheio, cuja posse detinha em razão da ocupação do cargo de prefeito Municipal de Caaporã. Ainda de acordo a denúncia, em 18 de julho de 2009, o prefeito celebrou convênio com o Banco Gerador S/A , objetivando viabilizar a concessão de empréstimos mediante consignação em folha de pagamento, bem como financiamentos diversos aos servidores públicos do Município.

Com o referido convênio, o município ficou obrigado a transferir para a conta a ser indicada pelo conveniado os valores consignados em folha de pagamento aos beneficiários, através de transferência eletrônica, até o dia 15 do mês do desconto do pagamento dos servidores. Ocorreu que o gestor, apesar de ter efetuado o desconto dos valores devidos à instituição bancária, decorrentes dos empréstimos, não os repassou tais valores ao Banco Gerador S/A, sendo desviados em favor do próprio Município.

Ao receber a denúncia, a Corte de Justiça se baseou no fato de que a prova da ausência de repasse dos valores devidos ao referido banco está materializada no Termo de Confissão de Dívida celebrado entre este e o município de Caaporã, representado pelo ora denunciado, o qual expressamente reconhece o débito decorrente da ausência da citada transferência.


PbAgora

quarta-feira, 25 de março de 2015

UFPB vai apurar uso de arma durante confusão no restaurante universitário

“Recebemos a informação de que um dos vigilantes teria sacado um revólver para tentar conter os estudantes que estariam forçando a porta para invadir o restaurante. Esta não é a postura que é recomendada para os seguranças e estamos apurando o caso para tomar as providências cabíveis”, disse a reitora na manhã desta quarta-feira (25).
Segundo Margareth, um grupo de estudantes estaria insatisfeito com a demora na fila e um tumulto aconteceu na entrada do restaurante. “Estamos fazendo um levantamento para saber, de fato, o que aconteceu e vamos procurar os estudantes para saber qual o motivo da confusão e quais as reivindicações que eles têm a fazer”, explicou.
A reitora também pediu que os alunos que frequentam o ambiente tenham calma em relação a formação de filas. “O RU está passando por reformas para que uma nova ala seja criada para atender mais pessoas. Por conta das obras, pode acontecer algum atraso e a fila demorar um pouco mais, mas não será nada que comprometa o funcionamento normal do restaurantes. É preciso que os alunos tenham paciência que todos serão atendidos”, concluiu Margareth.

G1

Caem as vendas de material de construção



A venda de materiais de construção no setor atacadista caiu 16,4% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, e 6,4% em relação a janeiro. Nos dois primeiros meses do ano, os negócios diminuíram 13,9% na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. No acumulado de 12 meses (de março de 2014 a fevereiro deste ano), houve retração de 9,2%.

Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Segundo o levantamento, o recuo em relação a janeiro foi maior no escoamento dos materiais básicos (-7,6%) já descontados os efeitos da inflação no período. A procura pelos itens para acabamento foi 3,3% menor.

Em 12 meses, os materiais básicos apresentaram queda de 11%, enquanto os itens para acabamento tiveram recuo de 6,5%. A pesquisa mostra ainda que o emprego nas empresas do setor caiu 10,2% , na comparação com fevereiro de 2014. Em comparação a janeiro deste ano, o nível foi 0,3% menor.

Por meio de nota, o presidente da entidade, Walter Cover, informou que o resultado ficou "aquém do esperado". Ele manteve a expectativa de crescimento das vendas em 1% neste ano. No entanto, advertiu que essa expansão foi calculada prevendo, entre outros pontos, o crescimento dos investimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida e com base em alguns incentivos ao setor como a desoneração da folha de pagamento.

No último dia 20, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei com o mesmo teor da Medida Provisória (MP) 669, devolvida ao Executivo no início do mês, propondo a elevação das alíquotas da contribuição previdenciária de empresas.

A meta de crescimento do setor deve ser reavaliada após o fechamento do desempenho de março, informou a Abramat.

Click

Fios inteligentes permitem que prótese tenha movimentação humana

Fios inteligentes permitem que prótese tenha movimentação humana

Na maioria das vezes, mãos artificiais são engenhocas desajeitadas feitas de motores pneumáticos e peças metálicas que ficam muito aquém da precisão da mão humana. Entretanto, pesquisadores da Universidade de Saarland, na Alemanha, estão desenvolvendo uma prótese baseada em fios com efeito térmico de memória para dar fluidez aos movimentos.

O resultado é uma mão biônica com sutileza de movimentos muito semelhante ao das mãos humanas. A sensibilidade é possível graças a duas características do nitinol (níquel-titânio), material utilizado na composição "muscular" da prótese: memória de forma e super elasticidade). O metal "lembra" da sua forma original e pode adquirir diferentes formatos de acordo com a temperatura que é submetido.
Os engenheiros usam esses fios inteligentes para desempenhar o papel de músculos na mão artificial. Vários fios de arame com memória de forma ligam as articulações dos dedos e atuam como músculos flexores, copiando a estrutura dos músculos humanos naturais, agrupando os fios (que são finíssimos) em feixes para imitar fibras musculares.
Embora a tecnologia ainda esteja em fase de desenvolvimento, a universidade alemã aposta no "potencial inconfundível" da empreitada de seus engenheiros, tanto no desenvolvimento de próteses para humanos, quanto para tornar os movimentos robóticos mais ágeis.

Olhar Digital

Fogo amigo: Ricardo Barbosa critica trabalho de Estela na CCJ

Ricardo e Estela
O deputado Ricardo Barbosa (PSB) criticou, nesta quarta-feira(25), a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Estela Bezerra (PSB), por suposto desrespeito a seus projetos na CCJ. Segundo ele, a Comissão tem prejudicado diversas matérias de sua autoria.
O detalhe é que Barbosa e Estela são do mesmo partido – o PSB. Barbosa chegou a cobrar respeito da Comissão à soberania do plenário. Ele afirmou que, como presidente da CCJ, Estela já inviabilizou três projetos de sua autoria, de forma discriminatórias e descabida. “Trago este assunto para o plenário da Casa por que Estela precisa entender que o plenário é soberano”, lamentou.
O deputado também demonstrou irritação pelo fato da CCJ ter aprovado projeto de sua autoria, que denomina de Governador Eduardo Campos o viaduto do Geisel, mesmo já existindo lei aprovada que coloca o nome do pernambucano na Perimetral Sul.
Barbosa disse que, apesar de pedir reiterada vezes, a “Comissão ao invés de retirar de pauta o seu projeto, para ouvi-lo, resolveu aprovar a matéria, mesmo havendo duplicidade”.

MaisPb

Novo lote residual de restituição do IR beneficia 911 contribuintes da Paraíba

Ao todo, a Receita vai devolver R$ 2,1 milhões. Os valores serão creditados aos contribuintes no dia 31 de março. O valor da restituição fica disponível para resgate no banco indicado pelo contribuinte durante um ano.
Caso o valor não seja creditado, é possível entrar em contato através de qualquer agência do Banco do Brasil ou  através da Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Para fazer a consulta, o contribuinte pode acessar o site da Receita ou ligar para o Receitafone 146. Pela internet, é possível verificar se há inconsistência e fazer os ajustes através da entrega da declaração retificadora.

G1

Juros rotativo do cartão de crédito dispara para 342,2% e taxa já é a maior desde 2011

Juros rotativo do cartão de crédito dispara para 342,2% e taxa já é a maior desde 2011
O juro cobrado por instituições financeiras no rotativo no cartão de crédito sobe 334,6% ao ano em janeiro para 342,2% ao ano em fevereiro, segundo dados do Banco Central. Com isso, a taxa atingiu o maior patamar desde o início da série histórica, em março de 2011. Na prática, isso significa cobrar juro de 0,4138% ao dia. Se um consumidor estivesse devendo R$ 1 mil no começo do mês, ao final já deveria R$ 1.127.
O juro médio total cobrado no cartão de crédito subiu 7,8 pontos porcentuais de janeiro para fevereiro. Em janeiro, a instituição passou a incorporar dados sobre esse segmento, que regula desde maio de 2013. Com a alta na margem, a taxa passou de 70,9% ao ano em janeiro para 78,7% ao ano no mês passado. No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro aumentou 6,3 pontos de janeiro para fevereiro, passando de 106,3% ao ano para 112,6% ao ano.
Entre as principais linhas de crédito livre para pessoa física, o destaque vai para o cheque especial, cuja taxa subiu de 209,0% em janeiro para 214,2% no mês passado. Para o crédito pessoal, a taxa total subiu de 46,6% em janeiro para 47% em fevereiro. No caso de consignado, a taxa passou de 26,4% para 26,8% de janeiro para fevereiro e, nas demais linhas, de 107,5% para 108,1%.
A taxa média de juros no crédito livre também subiu, mas neste caso ficou em 40,6% ao ano em fevereiro. O porcentual é recorde da série histórica iniciada em março de 2011. No primeiro bimestre deste ano, a taxa subiu 3,3 pontos porcentuais. Em 12 meses, a alta é de 4,4 pp.
Para pessoa física, a taxa de juros no crédito livre passou para 54,3% em fevereiro, também a maior da série, iniciada em março de 2011. Para pessoa jurídica, houve alta para 26,1% em fevereiro.
No caso de aquisição de veículos para pessoas físicas, os juros passaram para 24,8% de um mês para outro. A taxa média de juros no crédito total, que também inclui as operações direcionadas, subiu para 25,6% em fevereiro.
Inadimplência. A taxa de inadimplência no crédito livre permaneceu em 4,4% em fevereiro ante janeiro. Para pessoa física, passou para 5,4% na comparação mensal. Para as empresas, seguiu em 3,5% de um mês para o outro. Em janeiro, a inadimplência no crédito livre para pessoa física, que havia ficado em 5,4% e foi revisto hoje pelo BC, também bateu recorde: é a mais baixa da série histórica.
A inadimplência do crédito direcionado continuou em 1,1% de janeiro para fevereiro. O dado que considera crédito livre mais direcionado mostra inadimplência de 2,8% em fevereiro, como estava em janeiro. No crédito livre para pessoa física, a inadimplência no crédito pessoal continuou em 2,4% em fevereiro. No cheque especial, recuou de 13,7% para 13,6% na comparação mensal.
Na aquisição de veículos, permaneceu em 3,9% de janeiro para fevereiro. No cartão de crédito, avançou de 6,7% para 7,0% na mesma comparação. (AE)