segunda-feira, 30 de março de 2015

'Viciados' em apps de chat trocam ligações telefônicas por mensagens

A estudante Beatriz Mesquita trocou as ligações telefônicas pelos apps de bate-papo. (Foto: Victor Moriyama/G1)

No ponto alto da missa na cidade de Rio Branco, capital do Acre, o padre ergue o cálice dourado. Prepara-se para iniciar o ritual da Eucaristia, em que, para os católicos, o corpo e o sangue de Jesus Cristo se materializam. Um ruído vindo de um celular o faz parar e esperar que Tiago Araújo Portela, de 18 anos, achasse o celular, escondido de propósito na bolsa da mãe, para “calar” o aparelho. “O constrangimento foi tanto que eu não tive nem coragem de responder”, disse, rindo, “mas deu vontade, viu”. O acreano é um dos jovens com quem o G1 conversou e que dizem não viver sem aplicativos de mensagens. Além de interromper missas, banhos, o sono, entre outras coisas, os programas não roubam somente a atenção desses jovens. Para eles, já são substitutos naturais das ligações telefônicas.
(O Brasil foi o país mais em que o download de aplicativos mais cresceu no terceiro trimestre de 2014. Dobrou em relação a 2013, segundo a consultoria para tecnologia móvel App Annie. Segundo o Ibope Media, 34% dos internautas brasileiros instalam pelo menos um aplicativo por semana.)
“É, cara, eu devo confessar que sou um pouco viciado nesse aplicativo. É de manhã até a hora de dormir”, diz Portela, que usa o ZapZap, rival brasileiro do norte-americano, e unanimidade,WhatsApp. “Quando eu saio do banho, só enxugo a mão pra ir ver o ZapZap. Mando uma mensagenzinha, me enxugo todo, me visto e aí volto para o ZapZap de novo.”
Antes de instalar o app há um ano, o jovem chegava a deixar seu Galaxy S5 na gaveta por falta de uso. Agora não desgruda os olhos do aparelho, que só não exibe o aplicativo quando ele tem de falar com a namorada. Aí recorre ao WhatsApp. O motivo é um detalhe técnico: a moça é dona de um iPhone, no qual o ZapZap ainda não roda. “Hoje em dia o meu telefone é só pra usar o ZapZap mesmo. Não escuto música, não ligo para ninguém.” Portela gasta seu tempo administrando cinco grupos de discussão no app, cada um com, média, 140 pessoas.
Casamento sincero
Outro que substituiu as ligações por celular pelas mensagens instantâneas é o promotor de eventos Caio Schlesinger. “Faz tempo, um ano”, disse ao G1, em entrevista obviamente feita pelo WhatsApp, aplicativo com o qual diz ter um “casamento sincero e duradouro” e “mais fiel, impossível”. Chamadas, diz, “só quando muito necessário, tipo precisar falar muito urgente”. “Não uso telefone fixo há mais tempo ainda, só quando me ligam.”

Responsável pela coordenação de uma casa noturna em São Paulo, o jovem fecha até contratos e encomendas pelo aplicativo. “O dia a dia de uma pessoa funciona pela conversa, reuniões são feitas, projetos fechados. Não preciso viajar ou ir até um lugar para mostrar um projeto ou uma imagem.”
A estudante de arquitetura Beatriz Mesquita, de 19 anos, também usa o app até para trabalhar. Ela espalha o número de seu celular pela internet, mas é por mensagens instantâneas que chegam os pedidos de encomenda de chinelos e turbantes. “Pelo telefone, eu não conseguiria falar com tantas pessoas ao mesmo tempo como eu falo no WhatsApp.”
A paulistana conta que já atendeu clientes até no banho. E entre uma mensagem de encomenda e outra, já rolou até briga com o ex-namorado. Para ela, nessas horas “uma vírgula faz diferença”. A interação com muitas pessoas faz com que ela se confunda e acabe mandando para uma amiga fotos destinadas a outra. Ainda assim, diz, “coisas que podem dar saia justa, eu levo para o tete-a-tete”.

Os três dizem não ver uma vida sem aplicativos de mensagens, que já orientam boa parte de suas ações. Se, por acaso, esses apps deixassem de existir, provavelmente deixaria algumas viúvas. “Eu ia ter que me internar numa clínica de tratamento para zapeiros anônimos”, brinca Portela. “E o celular ia voltar para a gaveta."
G1

Secretário do PT defende diálogo com Cícero Lucena em João Pessoa

Jackson Macedo
O secretário de organização do PT, Jackson Macedo, revelou, nesta segunda-feira (30), que o partido está aberto para dialogar com o ex-senador e ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PSDB), com vistas às eleições municipais de 2016.
Cícero sempre foi adversário do PT na Paraíba, mas Jackson, que é também secretário do Orçamento Participativo de João Pessoa, destacou que o partido e a gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PT) tem se caracterizado como um governo de conversa com todos os seguimentos.
Apesar da divergências históricas e em outras oportunidades ter feito críticas ferrenhas ao tucano, Jackson reconheceu méritos da gestão de Cícero na Capital.
“O PT em João Pessoa e o governo do companheiro Luciano Cartaxo, tem se caracterizado como uma gestão do diálogo. Conversa com todos os seguimentos. Cícero Lucena é um ex-prefeito que ajudou muito essa cidade, deu sua parcela de contribuição e logicamente será importante ouvi-lo também”, declarou.
Segundo Jackson, o diálogo está aberto com todos os que querem construir uma João Pessoa melhor.
“As portas estão abertas para todos que querem ajudar João Pessoa a continuar crescendo. Nosso objetivo é esse. Todos os agentes políticos, movimentos sociais, entidades, pessoas, que querem construir este projeto conosco serão bem vindos”, afirmou.

MaisPb

Raio cai em casa em Frei Martinho e causa destruição

Foto Diário de Curimataú
Um raio atingiu uma causa na zona rural do município de Frei Martinho, no Seridó paraibano, no final da tarde deste domingo, e deixou o imóvel parcialmente destruído. Por pouca a família que reside no local não foi atingida.
O raio atingiu inicialmente a caixa de eletricidade da residência. A descarga elétrica destruiu o telhado e móveis da casa. Um computador e um armário foram partidos ao meio.

Hospital do Sertão proíbe visita de mulheres usando minissaias

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A diretoria do Hospital Regional de Sousa (HRS) proibirá a entrada de pessoas com trajes considerados impróprios durante visitas aos pacientes.
A medida valerá a partir da próxima quarta-feira (1º) e faz parte das novas regras que disciplinarão a entrada de visitantes na unidade de saúde.
De acordo com a nota oficial divulgada pela assessoria do hospital, o visitante não deve usar roupas impróprias, como por exemplo, shorts curtos, minissaias, mini-blusas ou vestidos curtos.
Quem desobedecer às determinações ficará impedido de realizar a visita.

Fies começa a exigir nota mínima do Enem

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Os estudantes que tiveram média inferior a 450 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou tenham zerado a redação não poderão participar do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) a partir desta segunda-feira (30). O prazo para solicitar novos financiamentos e renovar contratos vai até o dia 30 de abril.
Em dezembro de 2014, o MEC anunciou mudanças nos contratos do Fies, como a redução de repasses para as universidades (de 12 para 8 por ano) e a limitação da concessão do crédito aos estudantes que tiraram no mínimo 450 no Enem. Foi estabelecido ainda um percentual máximo de reajuste para mensalidades no caso de aditamentos de contrato.
A regra da nota mínima no Enem só não será cobrada de estudos que sejam professores permanentes da rede pública e estejam matriculados em curso de licenciatura normal superior. Os interessados que fizeram as inscrições até ontem (29) não precisaram cumprir as novas exigências.
O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.
Uol

Brasil fica na 20ª posição em ranking internacional de perda de água

Quando o assunto é perda de água tratada, o Brasil ocupa a 20ª posição em um ranking com 43 países. O levantamento foi feito pelo IBNET (International Benchmarking Network for Water and Sanitation Utilities), com dados de 2011. De acordo com o estudo, o Brasil perde 39% de sua água tratada. As perdas antes que a água chegue ao consumidor final incluem casos como vazamentos e ligações clandestinas.
Perda de água por país (Foto: Editoria de Arte/G1)
Na lista, o Brasil fica atrás de países como Vietnã (que perde 31%), México (24%), Rússia (23%) e China (22%). O que mais perde água tratada na lista é Fiji, um país insular da Oceania que desperdiça 83% da água que trata. Já entre os com menor índice de perda estão Estados Unidos (13%) e Austrália (7%).

O dado do IBNET em relação ao Brasil em 2011 é semelhante ao verificado no mesmo ano pelo Sistema Nacional de Informaçõessobre Saneamento (SNIS), ligado ao Ministério das Cidades. Segundo o órgão, o índice de perda em 2011 era de 38,8%.

O dado mais atualizado do SNIS sobre as perdas de água tratada no Brasil é de 2013. Naquele ano, 37% da água tratada no país foi perdida.

O número representa 5,8 trilhões de litros de água. Isso seria suficiente para abastecer a cidade de São Paulo por sete anos e meio. O cálculo foi feito pelo G1 levando em conta apenas a água utilizada para consumo humando, considerando que, em 2013, a média de consumo no estado era de 188 litros diários por habitante, segundo o SNIS. Já o Instituto Trata Brasil estima em 39,1% do total produzido a perda de água tratada.

A quantidade de água desperdiçada inclui perdas com vazamentos em adutoras, redes, ramais, conexões, reservatórios e outras unidades operacionais do sistema. Esses vazamentos são verificados principalmente em tubulações da rede de distribuição, provocados especialmente pelo excesso de pressão em regiões comgrande variação de relevo.

Também estão inclusas nos 37% as perdas chamadas pelo SNIS de “não físicas”, que é a água que foi efetivamente utilizada porém não foi medida e deixou de gerar faturamento às empresas prestadoras do serviço. Isso compreende situações como erros de medição (hidrômetros inoperantes, com submedição, erros de leitura, fraudes), ligações clandestinas, “gatos” e falhas no cadastro comercial.
Os estados do Sudeste e do Centro-Oeste estão abaixo da média nacional de perda de água tratada, com índice de 33,4%. A região que tem esse tipo de desperdício mais acentuado é a Norte (50,8%), seguida por Nordeste (45%) e Sul (35,1%). Entre as capitais, a variação no índice de perdas é ampla, com a menor em Goiânia, com 21,3%, e a maior em Macapá, 73,6%.
Selo perda de água (Foto: G1)
Os ‘ralos’ das perdas no Brasil
Segundo Rogério Aparecido Machado, professor de Química e Gestão Ambiental da Universidade Presbiteriana Mackenzie, os vazamentos e as ligações clandestinas de água realmente são responsáveis por uma grande parte da perda de água tratada. Porém o especialista também atenta para a água tratada que é lançada em rios poluídos.

A gente perde muita água não só por vazamento, como também nessas ligações clandestinas as quais não têm controle algum. Mas há outra coisa: nós perdemos muita água porque tratamos nas estações de tratamento de esgoto e a maioria delas não retornam a água para os mananciais”, aponta Machado.
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Índice de perdas desde 2009
Veja os valores em % por ano
41,638,838,836,937índice de perda em %2010201236373839404142
Fonte: SNIS
“A água vai acabar parando em rios poluídos. Se desperdiça esse tratamento pois se devolve para o rio sujo na maioria das vezes.” Em São Paulo, o professor cita como exemplo a água tratada que é lançada no Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul. “Vai para o Tamanduateí e Tietê”, descreve.
Machado reconhece que lançar água tratada em locais poluídos como o Tietê e o Pinheiros, em São Paulo, ajudam a não agravar a situação desses rios. Porém, ele afirma que a ação, além de desperdiçar a água tratada, não é suficiente para a limpeza dessas águas contaminadas. “Você diminui a quantidade de poluição desses rios, não tenha dúvida. Só que seria muito mais inteligente retornar essa água a um rio que vá cair para uma represa.”
Para Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica, lançar esgoto em áreas de mananciais é uma medida “perversa”. “É o caso da Billings, em São Paulo, por exemplo. Isso é um desperdício muito maior do que o que se perde nos canos, ou o que a gente perde em casa lavando chão. Lançar esgoto sem tratamento em qualquer corpo d’água é crime. Mas, no Brasil, tem lei que pega e lei que não pega”, afirma ela.

G1

DENÚNCIA: prefeito de Cabedelo corta ponto de grevistas da educação, mesmo com legalidade da paralisação

DENÚNCIA: prefeito de Cabedelo corta ponto de grevistas da educação, mesmo com legalidade da paralisação

Os professores de Cabedelo que estão em greve desde o dia 05 de março receberam uma péssima notícia nesta segunda-feira (30). O motivo é o corte do ponto de 10 dias que deve reduzir as remunerações em quase mil reais. De acordo com sindicalista Manoel Vieira, os professores vão permanecer em greve e devem buscar na justiça o repasse do valor que foi descontado indevidamente. Os servidores da educação estão em uma greve considerada legal pela justiça e por isso a gestão não pode descontar os seus salários.

Segundo informações do vereador José Eudes (PP) que trouxe a denúncia do desconto nesta segunda ao PB Agora, o prefeito Leto Viana (PTN) não tem dialogado com os servidores da educação do município. E ainda está envolvido num escândalo relacionado em diárias no valor de R$ 7 mi para visitar a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, junto com sua esposa, para participar do Natal Luz, no final do ano.

O prefeito, juntamente com a esposa, destacou ter sido convidado para prestigiar o encerramento do Natal Luz, na cidade de Gramado, nos dias 9 e 10 de janeiro. E o objetivo desta viagem seria a troca de experiências.

"No convite, enviado pelo prefeito da cidade gaúcha Nestor Tissot, ele ressalta que O Natal Luz de Gramado projetou a cidade a nível nacional e internacional, resgatando a comemoração do Natal em todo o país. Devemos receber mais de 1,6 milhão de turistas. E muito nos honra dividir essa experiência, e também conhecer mais sobre Cabedelo e seus eventos”, respondeu o prefeito sobre a denúncia.

Os grevistas da educação estão visitando as escolas nas comunidades em busca do apoio da população e já agendaram uma nova assembleia para a próxima terça-feira (31/03), as 09h, onde farão nova avaliação. Dentre as reivindicações dos servidores está a melhora nas estruturas das escolas e reajuste de16%.

“Só quem acaba com a greve é a assembleia, mediante os avanços das negociações e no momento o diálogo foi interrompido pelo prefeito, nem negociar eles querem mais!”, lamentou.

Todas as 95 escolas municipais estão sem funcionar e na manhã de hohe deve acontecer uma manifestação contra o corte de ponto dos servidores.


Professores e demais servidores reunidos após receberem os contracheques com os salários cortados em 10 dias, mesmo com a greve decrtada como legal, pela justiça.

O prefeito Leto Viana enviou através de nota uma declaração sobre a greve e corte dos salários dos servidores:


NOTA SOBRE A GREVE NA EDUCAÇÃO

A Prefeitura Municipal de Cabedelo (PMC), no atual governo, vem mantendo um diálogo aberto com os representantes do Sindicato dos Professores de Cabedelo, em diversas reuniões de trabalho.

Neste ano de 2015, a legislação sobre o piso salarial do magistério foi totalmente cumprida, apesar do momento delicado e imprevisível que vive a economia brasileira. O prefeito Wellington Viana encaminhou projeto de lei para a Câmara de Vereadores, que foi aprovado por larga maioria (duas abstenções), concedendo o percentual de aumento de 13,01%, definido nacionalmente, e ampliando para 30 horas a carga horária dos professores que tinham 25 horas.

As duas medidas implicaram em um acréscimo de cerca de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) por mês, ou seja, bem mais de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) no ano. Esse reajuste, no vencimento e nos outros itens da remuneração, é retroativo a janeiro. Neste mês de março, o grupo de magistério estará recebendo o salário reajustado e a diferença de janeiro e, em abril, o salário reajustado e a diferença de fevereiro.

Note-se que redes públicas maiores, estaduais e municipais, no Brasil e na Paraíba, não concederam esses benefícios.

Por solicitação do Sindicato, numa sessão da Câmara de Vereadores, o Ministério Público convocou para uma audiência pública a Administração municipal, fazendo-se presente o próprio prefeito, o procurador Geral, o secretário de Finanças, a Secretaria de Saúde e de Educação, bem como representantes do Sindicato, na área de Saúde e Educação. Três promotores públicos da comarca de Cabedelo coordenaram a audiência. O objetivo era buscar um consenso para o final da greve.

O encontro ficou documentado em um Termo de Audiência, assinado por todos os presentes, inclusive pelos dois representantes do Sindicato, na área de Saúde e Educação.

A área de Saúde informou que tinha terminado a greve, com a constituição de um grupo misto de trabalho. Esperava-se que, no dia seguinte, que a assembleia dos professores decidisse pelo final da greve, tendo emvista o documento assinado, os entendimentos na citada audiência e a decisão da área de Saúde, que vinha realizando greve conjunta com a Educação, sob orientação geral do mesmo Sindicato.

O prefeito comprometeu-se publicamente a conceder uma gratificação suplementar de 50% para o grupo de 14 profissionais que não fazem parte do grupo magistério. A assembleia do Sindicato, porém, não aceitou o compromisso público do prefeito, classificando-o como uma promessa que tinha que ser ratificada em documento, preferiu romper o pacto e, optando pela intransigência, definiu-se pela continuidade da greve.

O relato da assembleia apresentado pelos representantes do Sindicato à Secretaria de Educação trouxe ainda reivindicações que já tinham sido apontadas como não possíveis de ser atendidas, por afrontarem a legislação ou por absoluta impossibilidade financeira, levando-se em conta também as imposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, questões já expostas em várias reuniões e comunicados da Secretaria de Educação. Algumas dessas reivindicações, aliás, sequer foram mencionadas na referida audiência com o Ministério Público.

Rompida a pactuação, a Administração da PMC como um todo não poderia ficar omissa, pois tem responsabilidade com os professores e demais trabalhadores da Educação, mas também com os alunos e com seus pais ou responsáveis.

A greve já ultrapassara a marca dos vinte dias. Efetuou-se, então, o desconto de 50% das faltas dos professores e demais servidores, ou seja, 10 dias, assim como a suspensão da gratificação de 50% do grupo de profissionais que a recebia, como medida extrema, provocada pela intransigência do grupo que votou na assembleia pela continuidade da greve, não levando em consideração os benefícios efetivamente recebidos.

A Administração como um todo da PMC, pelo conjunto de motivos apontados, espera fortemente que seja definido, com urgência, o final da greve, para a retomada da normalidade das aulas, pelo bem dos alunos de Cabedelo e pelo prosseguimento do diálogo com os representantes dos profissionais da educação de Cabedelo.

PbAgora

Matriarca da família Vital quer que Vené cumpra os quatro anos de mandato na Câmara Federal


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No dia do seu aniversário a ex-deputada federal e atual suplente de Senador, além de Secretária Executiva de Representação Institucional da Paraíba, Nilda Gondim (PMDB-PB) mãe do ministro do Tribunal de Contasda União (TCU) Vital do Rêgo, e do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) e da médica Rachel Gondim, declarou a imprensa que no depender dela seu filho Veneziano não disputará a prefeitura de Campina Grande em 2016.

Para a filha do ex-governador Pedro Gondim, Veneziano Vital do Rêgo deve cumprir o mandato, integralmente na Câmara Federal.

Já o presidente estadual do PMDB o senador José Maranhão trabalha para ter o cabeludo na disputa pela PMCG em 2016, como o deputado federal Manoel Júnior (PMDB-PB) disputando a prefeitura da capital, visando assim fortalecer a legenda a nível estadual.