quinta-feira, 30 de abril de 2015

Italiano 'bate telefone na cara' do Papa achando que ligação era trote


Papa Francisco ri durante a audiência-geral do Vaticano nesta quinta-feira (30) (Foto: Andrew Medichini/AP)Um italiano que bateu duas vezes o telefone na cara do papa Francisco, por achar que se tratava de um trote, se apresentou na quarta-feira no Vaticano para pedir desculpas ao pontífice, informou o jornal "l'Osservatore Romano".
Jorge Bergoglio costuma ligar para pessoas doentes para oferecer consolo e na última segunda-feira (27) foi a vez de Franco Rabuffi receber o telefonema.
Rabuffi, no entanto, achou que estava sendo alvo de um trote e desligou o telefone em duas ocasiões. Na terceira vez, ficou em dúvida e atendeu. "Fiquei sem palavras, mas Francisco veio em minha ajuda e me disse que o que aconteceu era engraçado", contou.
Rabuffi foi com sua esposa à audiência-geral do Vaticano para apresentar suas desculpas ao pontífice.

G1

Contas do setor público têm pior primeiro trimestre em seis anos


As contas de todo o setor público consolidado - que englobam o governo, estados, municípios e empresas estatais - registraram superávit primário, que é a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, de R$ 19 bilhões no primeiro trimestre, informou o Banco Central nesta sexta-feira (30).
Trata-se do pior resultado, para os três primeiros meses de um ano, desde 2009 - quando foi registrado um resultado positivo de R$ 18,77 bilhões, de acordo com números da autoridade monetária.
Mês de março
Somente no mês de março, ainda segundo informações do BC, as contas de todo o setor público registraram um superávit primário de R$ 239 milhões. Foi o pior resultado, para meses de março, desde 2010 - quando foi registrado um déficit de 158 milhões.
Ao decompor o resultado do mês passado, as contas do governo tiveram um resultado positivo de R$ 1,48 bilhão, mas os estados e municípios apresentaram um déficit de R$ 1,14 bilhão. Já as empresas estatais estaduais tiveram um resultado negativo de R$ 97 milhões em março.
Compromisso da nova equipe econômica
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fixou uma meta de superávit primário para o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) de 1,2% do PIB para 2015 e de pelo menos 2% do PIB para 2016 e 2017.
Para 2015, o esforço de 1,2% do PIB equivale a uma economia de R$ 66,3 bilhões para o setor público. A economia para pagar juros da dívida pública de R$ 19 bilhões registrada em janeiro deste ano representa 28,5% do esforço fiscal fixado para todo este ano.
Medidas já anunciadas
Para tentar atingir as metas fiscais, a nova equipe econômica já anunciou uma série de medidas nos últimos meses. Entre elas, estão mudanças nos benefícios sociais, como seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial e pensão por morte, além de aumento da tributação sobre a folha de pagamentos, que ainda têm de passar pelo crivo do Congresso Nacional.
Outra medida foi a alta do IPI para automóveis no início deste ano, além do aumento de tributos sobre a gasolina, operações de crédito, cosméticos, importados e para empresas. O Ministério do Planejamento, por sua vez, anunciou a redução dos limites temporários de empenho para gastos no orçamento de 2015 e, mais recentemente, o bloqueio de restos a pagar e limitação de gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Resultado após pagamento de juros
Após o pagamento de juros da dívida pública, resultado que é conhecido no jargão econômico como "nominal" e é uma das principais formas de comparação do resultado das contas públicas com outros países, foi registrado um déficit de R$ 124 bilhões de janeiro a março, com forte piora frente ao mesmo período do ano passado (resultado negativo de R$ 33 bilhões).
Em doze meses até março deste ano, houve déficit de R$ 435 bilhões, o equivalente a 7,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo os números do BC, houve melhora frente ao resultado em doze meses até fevereiro  - quando o déficit estava em R$ 379 bilhões, ou 6,8% do PIB.
Segundo o BC, o déficit nominal de 7,81%, registrado em doze meses até março deste ano é o pior da série histórica, que começa em novembro de 2002.
Dívida pública
Segundo números do Banco Central, a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) somou R$ 1,84 trilhão em março, ou 33,1% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 33,8% do PIB em fevereiro deste ano (R$ 1,87 trilhão). A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais - atualmente acima de US$ 370 bilhões.
No caso da dívida bruta, uma das principais formas de comparação internacional, e que não considera os ativos dos países, mas apenas seu endividamento, a dívida brasileira também subiu em março. Em fevereiro, estava em 60,9% do PIB (R$ 3,38 trilhões), passando para R$ 3,48 trilhões, ou 62,4% do PIB, em março deste ano.

G1

Morre no RS o cantor e compositor Moraezinho, autor de 'Panela Velha'


Morreu em Porto Alegre o cantor, compositor e trovador Moraezinho, autor do sucesso "Panela Velha", que ficou nacionalmente conhecida na voz de Sérgio Reis. Aos 68 anos, ele foi vítima de um infarto.
Moraezinho nasceu em São Pedro do Sul, na Região Central do estado. O corpo dele foi sepultado no início da manhã no Cemitério Jardim da Paz, na capital.
G1

Governo irá ao STF se redução da maioridade for aprovada, diz ministro

Resultado de imagem para maior idade penalO ministro dos Direitos Humanos, Pepe Vargas, afirmou nesta quinta-feira (30) em São Paulo que a redução da maioridade penal seria um "retrocesso" à sociedade brasileira e defendeu a formação de uma frente suprapartidária contra a proposta de emenda constitucional que tramita no Congresso sobre o tema.
Vargas afirmou ainda que, caso a emenda seja aprovada, o governo federal vai entrar com um pedido de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF). "Nós temos a esperança de que o Congresso Nacional não vá aprovar esta medida, se for aprovado, obviamente que haverá solicitação de ação direta de inconstitucionalidade, isso é evidente, mas a gente espera que o congresso nacional não aprove esta medida."
Ministros da pasta de direitos humanos dos governos Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef divulgaram uma carta assinada conjunta contra a redução da maioridade. Entre os presentes em um evento em São Paulo estavam José Gregori, Gilberto Sabóia, Paulo Sérgio Pinheiro, Nilmário Miranda, Paulo Vannuchi, Maria do Rosario Nunes, Ideli Salvati.
"Levando as informações adequadas às pessoas, não acredito que a população brasileira vai permitir um retrocesso desta natureza", afirmou Vargas no evento promovido pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP.
'Desconstrução de mitos'
O evento reuniu também organizações de defesa dos direitos humanos que debateram a melhoria dos atendimentos às crianças e adolescentes e as garantias previstas no ECA.
"Estamos aqui novamente unindo as mãos para ampliar a luta desta causa em defesa da democracia, dos direitos humanos e da criança e do adolescente", disse o ministro Vargas. "Não há nenhum dado concreto de que a redução da maioridade penal reduz a violência."
Segundo ele, o governo trabalha para a "desconstrução de mitos" e ao retrocesso que representaria, segundo ele, a redução da maioridade. Vargas entende que o momento é para que a sociedade, ao invés de recuar, "trabalhe por novos avanços" nos direitos humanos e a proteção integral da criança e do adolescente.
"Todas vezes que precisamos nós sentamos juntos, e chegou a hora deste pluralismo para evitar tremendo equivoco", afirmou José Gregori, ex-ministro do governo FHC. "Trata-se de uma medida que só vai colocar água no moinho da violência, isso não tem sentido fazer que se diminua a idade penal", defendeu ele.
G1

Renan diz que é 'uma coisa ridícula' Dilma 'não poder falar no dia 1º'


Renan Calheiros propõe pacto pela criação de empregos (Foto:  Marcos Oliveira / Agência Senado)Esta será a primeira vez, desde que assumiu o comando do país, em 2011, que Dilma não fará um pronunciamento em cadeia de rádio e TV no feriado do trabalhador. No entanto, o titular da Comunicação Social negou que o motivo da decisão seja evitar um panelaço de protesto contra o governo, como o do último dia 8 de março, quando Dilma se manifestou sobre o Dia Internacional da Mulher.
Em rota de colisão com o Planalto, Renan disse que, apesar do risco de a presidente voltar a ser alvo de um novo panelaço, ela deveria se pronunciar. Na visão dele, "panelas precisam se manifestar na democracia".
"Não há nada pior do que a paralisia, do que a falta de iniciativa, do que o vazio. Nós fizemos a democracia no Brasil para deixar as panelas falarem, as panelas precisam se manifestar. Nós precisamos, todos, ouvir o que as panelas dizem. O nós não podemos deixar acontecer no Brasil é falta de iniciativa, falta do que dizer. Certamente, a presidente Dilma não vai falar no dia 1º de maio porque não tem o que dizer", disse Renan.
Ao conceder uma entrevista coletiva no Planalto ao lado de representantes de centrais sindicais, o ministro da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto, comentou as declarações do presidente do Senado. Segundo Rossetto, não é verdade que Dilma não irá se manifestar no Dia do Trabalho.
"A presidenta vai se manifestar, sim, em relação ao 1º de maio. Ela vai falar aos trabalhadores do nosso país, sim, através das redes sociais, que são um conjunto importante que ela está utilizando e vai utilizar durante todo o dia", enfatizou.
"Ela tem falado e vai falar aos trabalhadores, homenageando o primeiro de maio, aqueles que trabalham, produzem a riqueza do país, homenageando o conjunto das conquistas históricas, renovando seu compromisso com os trabalhadores", complementou.
O titular da Secretaria-Geral também negou que a razão de a presidente ter optado por não fazer o pronunciamento seja o receio de ser alvo de um novo panelaço. "Claro que não [teme o panelaço]. O governo faz, se manifesta e se pronuncia, tem iniciativas positivas, seguramente. O governo respeita a democracia, as manifestações, preserva e estimula o processo permanente de diálogo", argumentou Rossetto.
Pacto pelo emprego
Ao explicar sua proposta de um pacto pela defesa do emprego, Renan Calheiros disse que é preciso que o governo federal tenha uma "meta" para a criação de empregos, a exemplo das metas de inflação e de superávit fiscal. Ele ressaltou ainda que o pacto seria temporário e duraria somente enquanto o país enfrenta a crise econômica.
Entre as propostas defendidas pelo presidente do Senado estão o estímulo a compras governamentais; o estímulo do aumento de crédito pela Caixa, pelo Banco do Brasil e pelo BNDES para empresas que preservarem e criarem novos empregos; e manter "criteriosamente" a desoneração da folha de pagamento.
"Qualquer proposta nessa direção, que possa entrar no pacto da defesa do emprego, será muito bem recebido", disse Renan, ao ressalta que levará as ideias ao Palácio do Planalto no próximo mês, após discutir as propostas com setores da economia e senadores.
"Tudo o que colaborar na geração do emprego, na oferta de vagas, terá que ser discutido no pacto, absolutamente tudo, venha de onde vier. Agora, nós íamos, em torno de um pacto que seria construído, juntar o governo, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, ter uma diretriz, preencher o vazio, estabelecer uma iniciativa para que a presidente tenha o que comunicar no Dia do Trabalhador", ressaltou.
Ao ser questionado sobre como implementar o pacto diante de um "mal-estar" criado entre o Congresso Nacional e a presidente Dilma Rousseff, o peemedebista afirmou que não existe mal-estar, mas que "pode haver diferenças" entre o parlamento e o Palácio do Planalto.
"E é natural que, na democracia, nós tenhamos diferenças. Mas esse pacto servirá até para juntar todos em torno de uma saída para o Brasil", observou o peemedebista.
"Quando a recessão acabar, quando a economia melhorar, estará desfeito o pacto. Mas até lá, da mesma forma que nós protegeremos meta de inflação, meta de superávit, protegeremos o emprego", concluiu.
A expectativa é de que Renan faça um pronunciamento em plenário no dia 5 de maio para explicar e elencar as ideias que comporão o pacto pelo emprego. Em seguida, explicou o senador, as propostas deverão ser levadas à presidente da República.
'Coordenador de RH'
Na coletiva desta quinta, Renan Calheiros também criticou o fato de o vice-presidente da República, Michel Temer – que é o presidente nacional do PMDB –, ter passado a centralizar a distribuição de cargos no segundo escalão do governo Dilma. Para Renan, o PMDB não pode se transformar em um "coordenador de RH" do Planalto, "distribuindo cargos e posições" no Executivo federal. O peemedebista disse que não indicará ninguém para ocupar cargos na administração pública federal.
A relação entre o presidente do Senado e o Palácio do Planalto se desgastou desde que Dilma nomeou, há duas semanas, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – aliado do atual presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – para o comando do Ministério do Turismo. Alves substituiu no cargo o engenheiro agrônomo Vinícius Lages, que era afilhado político de Renan Calheiros.
"O PMDB não pode se transformar em um coordenador de RH distribuindo cargos e posições. Isso seria, do ponto de vista do nosso partido, que é o maior partido do Brasil [...] um retrocesso que essa distribuição de cargo significa", ironizou Renan.
"Eu não quero é participar do Executivo. Eu não vou indicar cargo no Executivo porque esse papel hoje é incompatível com o Senado independente. E eu prefiro manter a coerência do Senado independente, não participando de forma nenhuma de indicação de cargos no Executivo", complementou.

G1

Brasil quer imunizar 49 milhões contra a gripe; vacinação inicia dia 4

Brasil quer imunizar 49 milhões contra a gripe; vacinação inicia dia 4Começa na próxima segunda-feira (4) a campanha nacional de vacinação contra a gripe, com a distribuição de 54 milhões de doses para os chamados "grupos prioritários". Segundo o Ministério da Saúde, foram investidos R$ 487 milhões na ação, que segue até 22 de maio.
Fazem parte do grupo vulnerável as crianças de 6 meses a menores de 5 anos, doentes crônicos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional, além da população indígena.
A meta deste ano é imunizar 49 milhões de pessoas. Em 2014, 44,3 milhões receberam a vacina, o equivalente a 86,7% do total previsto pelo ministério.
A dose, via injeção, protege contra os subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. O dia "D" da campanha, dia nacional de mobilização, será em 9 de maio.
Há gente que diz ter tomado a vacina e ficado com a gripe. A vacinação é extremamente segura"Arthur Chioro, ministro da Saúde
Em 2015 não houve a inclusão de um novo grupo prioritário. No entanto, Carla Domingues, coordenadora do programa nacional de imunização, disse que é preciso fortalecer a participação das gestantes, que têm maior risco de complicação caso contraiam a gripe.

"Ao vacinar [uma grávida], ocorre a imunização passiva do bebê, que passa a ser protegido até os seis meses de idade, período quando a criança receberá a dose", explica.
De acordo com o governo, 1.794 pessoas foram internadas no ano passado em decorrência de complicações da gripe e 326 morreram. A cepa H1N1 foi a que provocou o maior número de óbitos (163), seguido do H3N2 (105).
Atraso na entrega
De acordo com os técnicos do ministério, todas as 54 milhões de doses serão distribuídas pelo Brasil. Eles alegam que, devido ao processo de logística, podem haver pontuais atrasos na entrega das vacinas. "Não é possível distribuir as doses ao mesmo tempo. Temos que pedir transporte, liberação alfandegária (...) o que pode acontecer é faltar em um dia, mas no outro haverá reposição. É uma questão de acomodação do processo", disse Carla.
O ministro Arthur Chioro complementou o assunto alegando que "não faltará vacina" para o público. Além disso, ele comentou sobre o que considera boato o fato de quem tomar a vacina vai desenvolver a gripe.
"A vacinação é extremamente segura. A enfermidade mais comum entre nós é o resfriado, produzido por outros vírus que não causam a gripe. É possível que você fique resfriado, mas a proteção contra as três cepas do vírus será garantida efetivamente com a vacina. A proteção é coletiva, porque a circulação dos vírus fica atenuada", explica.
De acordo com o ministério, o medicamento é contraindicado a pessoas com histórico de reação anafilática em doses anteriores e a quem tem algum tipo de alergia grave à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.

G1

Pesquisa Procon-JP aponta diferença de 33,3% para a mesma marca de água mineral


O garrafão de água mineral de 20 litros está com uma variação de preços de 33,3% nos pontos de venda da Capital, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) no dia 27 de abril. O maior preço encontrado foi o da marca Indaiá, R$ 8,50, e o menor, R$ 6,00, nas marcas Itacoatiara, Sublime, Santa Clara e Platina, uma diferença de R$ 2,50.

O secretário do Procon-JP, Helton Renê, recomenda que o consumidor pesquise os preços do produto antes de comprar pois a diferença no valor, para uma mesma marca, chega a R$ 2,00. “Com o intenso calor que está atingindo João Pessoa nesses últimos meses é natural que o consumo de água aumente, até porque é importante que as pessoas bebam bastante líquido para evitar problemas de saúde. Mas também é importante observar os preços do garrafão da água de mineral porque a diferença nos preços pode provocar umaeconomia significativa no orçamento final da família”.

A marca Indaiá está comercializando o garrafão com preços variando entre R$ 7,00, R$ 7,50, R$ 8,00 e R$ 8,50; a marca Sublime varia entre R$ 6,00, R$ 6,50 e R$ 7,00; a Itacoatiara entre R$ 6,00, R$ 6,50 e R$ 7,00; a Santa Clara ao preço único de R$ 6,00; e a Platina entre 6,00 e R$ 8,00.

Foram pesquisados 12 estabelecimentos comerciais em vários bairros da Capital: Depósito Pecorelli (Jaguaribe), Mercadinho Pontes (Jardim Planalto), Depósito do Neto (Alto do Mateus), Posto Bancários (Bancários), Depósito D´Almir (Bairro dos Estados), Mercadinho Pedro Gondim (Pedro Gondim), Mercadinho Almeida (Geisel), Gravatá Gás (Valentina I), Depósito 3G (Mangabeira I), Nilda Gás (Castelo Branco), Isaquiel Gás (Miramar), e Posto Expressão (Bessa).

A pesquisa completa por ser acessada no link http://goo.gl/gB1VTn




Secom/JP

Confira o que abre e o que fecha no feriado do Dia do Trabalho na Paraíba

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Nesta sexta-feira, dia 1º de maio, é Dia do Trabalhador e feriado nacional. Alguns serviços estarão suspensos ou com horários diferenciados para atendimento ao público.Confira abaixo o abre e fecha no feriadão. 

Comércio
Fica a critério dos empregadores abrir ou fechar cada estabelecimento, os que abrirem terão que pagar o valor de R$ 42 ao trabalhador e conceder folga. 
Bancos
As agências não funcionam nesta sexta (1º). Fecham às 16h da quinta (30) e reabrem às 10h da segunda (4). Contas com vencimento no feriado podem ser pagas no dia de retorno às atividades. 
Balsas
Funcionamento normal, das 6h às 19h30, quando a embarcação faz a última viagem até Cabedelo. Uma travessia será realizada por hora.
Trens
Não haverá circulação de trens no feriado. No sábado, as operações acontecem normalmente, das 4h25 às 13h55.
Shoppings

Manaíra
Lojas, espaços de lazer, praça de alimentação e cinemas funcionam das 10h às 23h.
Mangabeira
Lojas e praça de alimentação abrem às 10h e encerram as atividades às 23h.
Tambiá
Lojas, cinemas, praça de alimentação e espaços de lazer abrem às 10h e fecham às 21h, mas Casa da Cidadania não terá expediente.
Mag
Tudo abre às 13h e as atividades encerram às 22h.
Sul
Lojas funcionam das 13h às 20h, mas a praça de alimentação inicia as atividades às 11h e fecha às 21h.
Partage
Em Campina Grande, o shopping não terá lojas em funcionamento; abrem apenas o Game Station, a praça de alimentação e o cinema, que funcionam das 11h às 22h.
Repartições Públicas
As repartições públicas do estado da Paraíba fecham no dia 1º. Mesmo funcionamento seguido pelas repartições públicas de João Pessoa. Os serviços essenciais de saúde, coleta de lixo e fiscalização do trânsito, assim como o atendimento de urgência nos hospitais públicos da rede municipal e do Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (Samu), através do telefone 192, estarão garantidos durante o feriado.