quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dólar passa a cair e volta a ficar abaixo de R$ 4

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Depois de um início de negócios em alta, o dólar opera em queda, e volta a ficar abaixo de R$ 4 nesta quarta-feira (30).
Os operadores mostravam boa receptividade às ações tomadas pelo governo para reduzir as tensões com a base aliada no Congresso, mas incertezas sobre a intervenção do Banco Central prometiam manter o mercado instável.
Às 13h40, a moeda norte-americana tinha queda de 2,93%, vendida a R$ 3,9401. Veja a cotação do dólar hoje
Veja as cotações ao longo do dia:
Às 9h, alta de 0,24%, a R$ 4,069
Às 9h50, queda de 1,67%, a R$ 3,9915
Às 10h50, queda de 1,76%, a R$ 3,9876
Às 11h18, queda de 1,74%, a R$ 3,9883
Às 12h25, queda de 1,96%, a R$ 3,9793
Às 13h, queda de 2,40%, a R$ 3,9617
Às 13h24, queda de 2,88%, a R$ 3,9422
"A melhora no cenário político passa pela visão de que os vetos da presidente (Dilma Rousseff) podem ser aprovados pelo Congresso, e cresce a chance de a CPMF emplacar", disse à Reuters o estrategista da corretora Coinvalores Paulo Celso Nepomuceno, referindo-se a medidas importantes do reequilíbrio das contas públicas brasileiras.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, divulgou na véspera que já conversou com Dilma sobre sua saída no cargo, que deve ser oferecido ao PMDB. Segundo a imprensa, a reformulação do governo pode passar ainda pela saída de Aloizio Mercadante da Casa Civil, político associado às políticas expansionistas adotadas no primeiro mandato de Dilma, que desagradaram investidores.
No entanto, operadores ressaltavam que o alívio desta sessão pode muito bem ser pontual e a volatilidade deve continuar sendo a regra do jogo, em meio ao quadro local ainda conturbado. Além disso, dúvidas sobre a possibilidade de o BC vender dólares no mercado à vista, após a autoridade monetária reforçar sua atuação com leilões de linha e de novos swaps cambiais, também adicionavam incerteza às operações.
O BC fará nesta sessão o último leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em outubro, após vender parcialmente a oferta na sessão passada.
"O BC parece ter escolhido uma estratégia de intervenção cambial caracterizada por 'imprevisibilidade', com o momento, o tamanho e o produto específico a serem adotados variando diariamente", escreveu o estrategista global de câmbio do Nomura Mario Roble. Ele ressaltou que "efetivamente, não há motivo urgente para usar as reservas, pelo menos de um ponto de vista de fundamentos".
Além disso, a briga pela formação da Ptax, taxa calculada pelo BC que serve como referência para diversos contratos cambiais, também influenciava as operações. Operadores costumam disputar no último pregão do mês para deslocar as cotações de forma a garantir uma taxa mais favorável a seus negócios.
Na terça-feira, o dólar fechou em R$ 4,0591, em baixa de 1,23%. Na mínima da sessão, o dólar chegou a cair 2,37%, a R$ 4,0123, e na máxima, subiu 1,11%, a R$ 4,1551.

Ações da Petrobras chegam a subir 9% e impulsionam Bovespa

Resultado de imagem para petrobrasÀs 13h12, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 1,01%, a 44.582 pontos.Veja a cotação.
Avanço da Petrobras
Por volta do mesmo horário, os papéis preferenciais da Petrobras subiam 6,98% e os ordinários, 5,48%, após terem avançado mais de 9% nos primeiros negócios desta quarta. A companhia anunciou, na véspera, a alta de 6% no preço da gasolina e de 4% no preço do diesel para as distribuidoras a partir desta sexta.
"Decisão é positiva e dá um pequeno fôlego e algum tempo pra companhia tomar as decisões que realmente podem fazer diferença, como corte de custos e venda de ativos", destacou o BTG Pactual em nota a clientes.
"Não é uma melhoria de, digamos, 'alta qualidade', pois as questões estruturais continuam existindo, mas é uma pequena e inesperada ajuda", acrescentou a equipe do BTG.
No ano, as ações da Petrobras acumulam perdas de cerca de 30% ainda.
Segundo o presidente do sindicato dos donos de postos de São Paulo, esse reajuste deve chegar ainda esta semana aos consumidores, e o repasse deve ser de no mínimo R$ 0,17 por litro.
Na cena doméstica, além do reajuste de combustíveis anunciado pela Petrobras, agentes financeiros também repercutem pesquisa sobre avaliação da presidente Dilma Rousseff e seu governo, que mostrou um panorama ainda negativo.
Também está no radar dos investidores a análise de vetos presidenciais pelo Congresso Nacional e o anúncio da reforma ministerial.
Bovespa deve fechar mês com perdas
Apesar da alta desta sessão, o índice de referência do mercado acionário brasileiro caminha para fechar o mês e o trimestre com perdas.
Na terça-feira, a Bovespa fechou em alta de 0,4%, a 44.131 pontos. No mês de setembro até a véspera, a bolsa acumula queda de 5,35%. No ano, o índice perde 11,75%.
G1

Luciano Cartaxo entrega USF integrada e destaca compromisso com o bem-estar da população


Luciano Cartaxo entrega USF integrada e destaca compromisso com o bem-estar da populaçãoUm espaço preparado para promover e cuidar da saúde da população. Assim ficou a Unidade Integrada de Saúde da Família Ilha do Bispo I e II, que foi entregue pelo prefeito Luciano Cartaxo na manhã desta quarta-feira (30). O local foi totalmente reformado e ampliado, e agora passa a atender um total de 5 mil famílias cadastradas no Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa cerca de 20 mil pessoas.

"Nosso trabalho é pelo bem-estar das pessoas. É nisso que estamos focados", declarou o prefeito Luciano Cartaxo. "A reestruturação da Unidade de Saúde era uma luta antiga do bairro e hoje eles podem ver esse sonho realizado, passando a contar com mais dignidade e conforto em seu atendimento de saúde", complementou.

No total, foram investidos R$ 440 mil, com recursos próprios e do SUS. Lá, a população pode encontrar atendimento médico, de enfermagem, odontológico, escovação supervisionada, imunização (vacina), curativo, injeção, nebulização, marcação de exames e encaminhamentos para especialistas, entre outros serviços.

Solange Barbosa, de 56 anos, falou da alegria de ver a obra pronta. "Fui uma das moradoras que lutou por isso e posso dizer que hoje temos um espaço nota 10, nem parece à unidade de antes. As coisas melhoraram muito. Não tem mais goteira, não tem aquela sensação de mofo. Ficou excelente", avaliou.

Rita Medeiros, de 63 anos, disse que agora vai poder ter ainda mais cuidado com a saúde. "A unidade fica pertinho de casa, eu gosto muito da equipe e agora o prédio está muito bom. Vou vir fazer minhas consultas mais tranquila", afirmou.
A secretária municipal de Saúde, Mônica Rocha, reforça o trabalho que tem sido realizado pela melhoria do atendimento na Capital. "Essa obra reforça a população que o cuidado à assistência básica está garantido, de forma qualificada e com conceito ampliado e humanizado", declarou.
 
Endereço - A USF Ilha do Bispo I e II fica localizada na Rua Apolônio Sales de Miranda, S/N.


Assessoria

Déficit do setor público cai em agosto, mas tem pior valor da série no ano

O déficit primário das contas de todo o setor público, incluindo o governo, estados, municípios e empresas estatais, recuou em agosto, segundo números divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira (30). No acumulado dos primeiros oito meses do ano, no entanto, as contas tiveram o pior resultado da série histórica, que começa em dezembro de 2001.
No mês passado, o setor público teve um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida pública) de R$ 7,31 bilhões. O resultado negativo caiu quase pela metade em relação ao mesmo mês de 2014, quando ficou em R$ 14,46 bilhões. Mesmo assim, foi o segundo pior resultado da série histórica do BC para meses de agosto (perdendo exatamente para agosto de 2014).
Já no acumulado dos oito primeiros meses deste ano houve um déficit primário inédito, no valor de R$ 1,1 bilhão. Até então, o pior resultado para o período de janeiro a agosto havia sido registrado no ano passado – quando houve superávit primário (receitas menos despesas, sem contar juros da dívida) de R$ 10,20 bilhões.
Com o fraco resultado das contas públicas de janeiro a agosto deste ano, houve, em 12 meses até o mês passado, um déficit primário de R$ 43,84 bilhões, ou 0,76% do Produto Interno Bruto (PIB). O PIB é a soma de tudo o que é produzido no país.
Estados e municípios
Os números do Banco Central mostram que, no acumulado dos oito primeiros meses deste ano, os estados e municípios tiveram desempenho muito superior ao do governo federal.
De janeiro a agosto, os estados e municípios registraram um superávit primário de R$ 15,95 bilhões, enquanto as empresas estatais tiveram um déficit de R$ 2,17 bilhões. O governo, por sua vez, teve um déficit primário de R$ 14,88 bilhões até agosto.
Déficit nominal
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como resultado "nominal", houve déficit de R$ 528 bilhões em 12 meses até agosto, o equivalente a expressivos 9,21% do PIB. Trata-se, também, do pior resultado da história. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco na determinação da nota dos países.
Se fechar neste patamar em 2015, o resultado nominal do Brasil só estaria em melhor situação da de países como Bahrein (déficit de 9,8% do PIB), Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Guiné (-10,1% do PIB), Iraque (-9,9% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional.
O resultado nominal das contas do setor público - ou seja após a incorporação dos juros - tem sido impactado, neste ano, pelo processo de aumento da taxa básica da economia, para conter a inflação, atualmente em 14,25% ao ano, o maior patamar em nove anos, e, também, pelos contratos de swaps cambiais - cujas perdas, que são incorporadas aos juros da dívida pública, somam cerca de R$ 100 bilhões na parcial de 2015.
Meta do governo
Em julho, o governo formalizou a a redução da meta de superávit primário de suas contas para todo este ano – procedimento que já era esperado pelos analistas do mercado financeiro devido, principalmente, pela redução da arrecadação. O superávit primário é a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública.
Para todo o setor público, o que inclui ainda os estados, municípios e estatais, a meta fiscal para este ano caiu de R$ 66,3 bilhões (1,2% do PIB) para R$ 8,7 bilhões (0,15% do PIB).
Para tentar atingir as metas fiscais, além de aumentar tributos sobre combustíveis, automóveis, empréstimos, importados, receitas financeiras de empresas, exportações de produtos manufaturados, cerveja, refrigerantes e cosméticos, o governo também atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional.
Além disso, efetuou um bloqueio inicial de R$ 69,9 bilhões no orçamento deste ano, valor que foi acrescido de outros R$ 8,6 bilhões em julho. Os principais itens afetados pelo contingenciamento do orçamento de 2015 são os investimentos e as emendas parlamentares.
Dívida líquida do setor público cai
Segundo números do Banco Central, a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) recuou de R$ 1,95 trilhão em julho, ou 34,2% do PIB, para R$ 1,92 trilhão em agosto deste ano – o equivalente a 33,7% do PIB.
A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais – atualmente ao redor de US$ 370 bilhões. Com o processo de alta do dólar, há valorização das reservas internacionais e isso contribui para diminuir a dívida líquida do setor público.
Dívida bruta sobe 
No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), o endividamento brasileiro subiu em julho. Esse conceito também é acompanhado pelas agências de classificação de risco.
Em julho, a dívida estava em 64,6% do PIB (R$ 3,68 trilhões), passando para R$ 3,74 trilhões, ou 65,3% do PIB, em agosto deste ano, também o pior resultado da história. Alguns bancos já projetam a dívida bruta em 70% do PIB nos próximos anos.
A equipe econômica trabalha para que o Brasil não perca o grau de investimento de mais uma agência de classificação de risco. No início deste mês, a dívida brasileira já perdeu o "investment grade" da Standard & Poors. Caso perca a recomendação de investimento de outra agência, alguns fundos de pensão, por suas regras, teriam de retirar investimentos do país.
G1

Ricardo Coutinho se encontra com Dilma nesta quarta-feira

Ricardo Coutinho se encontra com Dilma nesta quarta-feiraO governador Ricardo Coutinho (PSB) deve se encontrar nesta quarta-feira (30) com a presidente Dilma Rousseff (PT), em Brasília, em meio à discussão da reforma ministerial. Além dele, participam do encontro os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e de Pernambuco, Paulo Câmara.
De acordo com informações do Estadão, o encontro acontece no momento em que a cúpula do PSB pressiona o partido para sair da postura de independência e ir para a oposição.
Os três governadores, se mostram mais reticentes a essa ideia e têm frequentemente se manifestado contra a possibilidade de um impeachment da presidente. O governador Ricardo Coutinho já se manifestou contra a ideia ao defender a governabilidade.
Segundo o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, no ano passado o partido assinou uma resolução proibindo qualquer filiado de assumir um posto na gestão petista. Apesar de não admitir que o partido volte a fazer parte da base aliada, o presidente do PSB diz que a sigla pode vir a ajudar o governo caso a presidente apresente uma proposta para tirar o País da crise.
Click

Priscilla Sampaio, jornalista da afiliada da Globo, morre aos 32 anos

Morre a jornalista Priscilla Sampaio (Foto: Reprodução/TV Morena)
A jornalista Priscilla Sampaio, de 32 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (30) em Campo Grande. O velório é realizado desde as 10h (de MS), no cemitério Jardim das Palmeiras, na avenida Tamandaré. O sepultamento está previsto para as 17h.
Ela foi internada na manhã de segunda-feira (28) após reclamar de falta de ar e foi diagnosticada com pneumonia.
A jornalista não resistiu e morreu nesta madrugada. A causa da morte não foi divulgada.
Priscilla trabalhava na TV Morena, afiliada da Globo em Mato Grosso do Sul, havia sete anos, onde foi produtora, repórter e apresentadora.
Ela apresentava o MS Rural e a previsão do tempo no MSTV 2ª Edição.
A jornalista era casada e deixa um filho de um pouco mais de um ano de idade.

Netinho assume prefeitura de Santa Rita e anuncia auditoria em secretarias

Resultado de imagem para netinho de santa ritaNetinho de Várzea Nova tomou posse como prefeito de Santa Rita no fim da manhã desta quarta-feira (30) na Prefeitura Municipal da cidade. Netinho era vice-prefeito da cidade e assume a prefeitura após o afastamento de Reginaldo Pereira no final desta terça-feira (29) por decisão do juiz Gustavo Procópio.
O novo prefeito anunciou que irá realizar uma auditoria nas secretarias municipais para apuração de denúncias de desvio de dinheiro na gestão do outro prefeito. De acordo com o novo procurador-geral do município, Marcello Trindade, a realização da auditoria aconteceu como uma decisão conjunta com o Ministério Público "em razão das inúmeras denuncias que houve no período em que o prefeito cassado se manteve no poder em razão de liminar".
Marcello ainda destacou que a auditoria será realizada possivelmente por uma empresa externa para legitimar o processo e trata-lo com imparcialidade. O procurador-geral do município deu destaque às secretarias de saúde, educação e assistência social, por serem as mais importantes.
Também nesta quarta-feira (30), o prefeito deverá nomear alguns secretários, mas não todos. "Diante do caos que se encontra o município, ele pretende formar uma equipe técnica pra salvar a cidade", ressaltou Marcello Trindade. O atual prefeito de Santa Rita já assinou um ato de exoneração para os 371 cargos comissionados da administração municipal, que correspondiam a um custo mensal de aproximadamente R$ 727 mil.

ClickPb

10% aprovam e 69% reprovam governo Dilma, diz Ibope


Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) mostra os seguintes percentuais de avaliação dos eleitores ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT):
- Ótimo/bom: 10%
- Regular: 21%
- Ruim/péssimo: 69%
- Não sabe: 1%
Os percentuais divulgados nesta quarta mostram que a avaliação do governo Dilma ficou estável em comparação com o levantamento anterior, divulgado em julho deste ano, oscilando dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Na ocasião, o Ibope havia apontado que 9% aprovavam o governo (consideravam "ótimo" ou "bom"); 68% dos entrevistados avaliavam a administração Dilma como "ruim" ou "péssima"; e 21% consideravam a gestão "regular".
A rejeição ao governo Dilma apontado nesta edição da pesquisa (69%) é a maior já registrada pela série histórica das pesquisas Ibope desde a redemocratização. Conforme o instituto, entretanto, o percentual de pessoas que consideram a gestão da petista "ruim ou péssimo" ficou dentro da margem de erro, em comparação com a última pesquisa.
Desta vez, o Ibope também identificou que 14% dos entrevistados aprovam a maneira de governar da presidente. Porém, demonstra a pesquisa, 82% desaprovam e 3% não souberam ou não responderam.
Ainda de acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira, 20% dos entrevistados confiam em Dilma e 77% não confiam.
O levantamento divulgado nesta quarta, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 18 e 21 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios.
O nível de confiança da pesquisa, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
De acordo com os coordenadores do levantamento CNI/Ibope, a soma dos percentuais pode não igualar 100% em decorrência do arredondamento dos índices.
Segundo mandato
Após questionar os eleitores sobre a comparação entre o primeiro e segundo mandato de Dilma, a pesquisa afirma que 3% consideram a segunda gestão melhor; 14%, igual; e 82%, pior.
Quanto às perspectivas dos eleitores em relação ao restante do governo Dilma, 11% disseram esperar que seja "ótimo/bom"; 21%, "regular"; e 63%, "ruim/péssimo".
Notícias sobre o governo
O levantamento do Ibope listou as notícias sobre o governo mais lembradas pelos entrevistados. Leia as cinco mais citadas:
- Operação Lava Jato: 13%
- Volta da CPMF: 8%
- Aumento de impostos: 7%
- Impeachment da presidente Dilma Rousseff: 7%
- Corrupção do governo (sem especificar): 4%
A pesquisa também ouviu os eleitores sobre a opinião deles por área de atuação do governo. Veja os resultados:
Combate à fome e à pobreza
Aprovam: 29%
Desaprovam: 68%
Não souberam/não responderam: 4%
Segurança pública
Aprovam: 14%
Desaprovam: 82%
Não souberam/não responderam: 4%
Taxa de juros
Aprovam:6%
Desaprovam: 89%
Não souberam/não responderam: 5%
Combate à inflação
Aprovam: 12%
Desaprovam: 83%
não souberam/não responderam: 5%
Combate ao desemprego
aprovam:14%
desaprovam: 83%
Não souberam/não responderam: 3%
Impostos
Aprovam: 7%
Desaprovam: 90%
Não souberam/não responderam: 3%
Meio Ambiente
Aprovam:25%
Desaprovam: 65%
Não souberam/não responderam: 10%
Saúde
Aprovam:13%
Desaprovam: 84%
Não souberam/não responderam: 3%
Educação
Aprovam: 23%
Desaprovam: 73%
Não souberam/não responderam: 3%
G1

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Cadastramento de trabalhador doméstico pode ser feito a partir de quinta-feira

Resultado de imagem para empregada domesticaOs empregadores poderão cadastrar trabalhadores domésticos no portal www.esocial.gov.br já partir da próxima quinta-feira (1°). Com isso, mais de um milhão de trabalhadores domésticos terão acesso aos benefícios previstos na Lei Complementar 150/2015, que estende a esses empregados direitos básicos já garantidos aos demais trabalhadores como, por exemplo, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
O cadastramento dos trabalhadores já admitidos até setembro de 2015 estende-se, segundo a Receita Federal, por todo o mês de outubro. Quanto aos admitidos a partir do mês de outubro, o cadastramento deve ocorrer até um dia antes do início das atividades. 
A Receita alerta os empregadores que evitem problemas na hora de efetivar o registro do trabalhador no portal eSocial, para evitar possíveis divergências associadas ao nome, à data de nascimento, ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e ao Número de Identificação Social (NIS). 
De qualquer forma, a Receita informa que orientará os empregadores, em caso de divergência, para que providenciem o acerto dos dados.

Agência Brasil

Brasil cai 18 posições em ranking de países mais competitivos


Trata-se da maior queda já registrada pelo país e pior posição da série histórica da pesquisa, que mantém a mesma metodologia há 10 anos. Em 2014, o Brasil tinha caído da 56ª posição para a 57ª posição.
A pior colocação até então tinha sido o 72º lugar, registrado em 2007. O melhor resultado foi alcançado em 2012, quando o Brasil ficou no 48º lugar.
Após 3 anos consecutivos de perda de posições, o país está, agora, abaixo de alguns de seus principais concorrentes, como México, Índia, África do Sul e Rússia, e de economias menores como Uruguai, Peru, Vietnã e Hungria.
O relatório destaca que a economia brasileira sofre com a deterioração de fatores básicos para a competitividade, como a confiança nas instituições e déficit das contas públicas, e fatores de sofisticação dos negócios, como a capacidade de inovar e educação.
“A crise econômica e política que se deteriora desde 2014, associada a fatores estruturais e sistêmicos como sistema regulatório e tributário inadequados, infraestrutura deficiente, educação de baixa qualidade e baixa produtividade, resultam em uma economia frágil e incapaz de promover avanços na competitividade interna e internacional”, afirma Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, responsável pela coleta e análise dos dados do Brasil.
Suíça e Cingapura lideram ranking
O levantamento avalia 140 países. O estudo define competitividade como o conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de produtividade de um país. O ranking é calculado a partir de dados estatísticos e de pesquisa de opinião realizada com executivos dos 140 países participantes.  Ao todo, 118 variáveis são analisadas e agrupadas em 12 categorias.
A edição 2015 do ranking não trouxe alterações nas 3 primeiras posições. A Suíça está em 1º lugar no ranking de competitividade pelo sétimo ano consecutivo. Líderes em inovação, os suíços têm taxa de desemprego estável, o que está relacionado ao excelente sistema de educação e à eficiência no mercado de trabalho.
Cingapura e Estados Unidos seguem na 2ª e 3ª posições, respectivamente. A Alemanha subiu da 5ª para a 4ª posição, e a Holanda saltou da 8 para a 5ª colocação. Veja tabela ao lado.
O Chile é o país da América Latina mais bem posicionado, em 35º lugar no ranking geral, seguido do Panamá (50º lugar).
As notas e os rankings são calculados a partir de dados estatísticos e de pesquisa de opinião realizada com executivos dos 140 países participantes. Cento e dezoito variáveis são analisadas e agrupadas em 12 categorias. Para coletar os dados de maneira eficiente, o Fórum Econômico Mundial conta com o apoio de uma rede de mais de 160 instituições parceiras. No Brasil, a Fundação Dom Cabral (FDC) é responsável pela pesquisa de opinião realizada junto à comunidade empresarial. Em 2015, ouviu 197 executivos entre março e maio.
Os menos competitivos
Guiné, Chade, Mauritânia, Serra Leoa, Burundi e Malaui ocupam os últimos lugares do ranking.
Segundo o estudo, países com menores índices de competitividade se caracterizam por instituições fracas, infraestrutura deficiente e educação não inclusiva e de baixa qualidade, além de péssimo sistema de saúde.
Problemas do Brasil
No relatório de 2015, o Brasil teve piora em 9 das 12 categorias analisadas. As quedas mais acentuadas foram nos quesitos instituições, ambiente econômico, saúde e educação primária) e nos indicadores de sofisticação e inovação do ambiente empresarial. Já os pilares infraestrutura, prontidão tecnológica e tamanho do mercado tiveram leves avanços, subindo duas posições cada.
O estudo destaca a deterioração de indicadores como confiança pública em políticos, pagamentos irregulares e subornos, comportamento ético das empresas, pouca eficácia dos conselhos corporativos, citando os recentes escândalos de corrupção envolvendo poder público, partidos políticos e iniciativa privada.
Como os fatores mais problemáticos para se fazer negócios no país, os executivos apontaram, pela ordem, nível de tributação, leis trabalhistas restritivas, corrupção, inadequação da infraestrutura e burocracia.
Os 10 países mais competitivos e o Brasil
Suíca
Cingapura
Estados Unidos
Alemanha
Holanda
Japão
Hong Kong
Finlândia
Suécia
10ªReino Unido
75ºBrasil

Oportunidades 
Segundo Carlos Arruda, embora o cenário geral seja marcado por grande pessimismo, a pesquisa aponta oportunidades para o país diante do potencial do mercado doméstico.
“Estratégias focadas na base da pirâmide, por exemplo, que desenvolvem ofertas para a camada mais pobre da população, são promissoras, e a forte desvalorização cambial abre espaço para um movimento de substituição de importações, em que empreendedores locais podem explorar opções mais baratas de produção local de bens e serviços”, avalia.
“Para sair desta situação de piora contínua, não há como fugir das soluções de curto prazo que urgem no país, como reformas fiscais e controle de orçamento do governo. O risco inflacionário, combinado à elevação do déficit público e à desvalorização cambial, é uma receita para um círculo vicioso. Com baixa abertura comercial, o desafio para o Brasil é investir mais em setores exportadores de produtos com maior valor agregado, em troca das commodities, e em acordos bilaterais no lugar dos multilaterais, ou seja, soluções mais eficazes em momentos difíceis como os de agora”, conclui.
G1